Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

Tem algum comentário ou sugestão para fazer?

Escreva para nós no e-mail: cafecomleituranarede@gmail.com


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A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

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Abraços


Equipe Café com Leitura na Rede.



sábado, 27 de julho de 2013

Inspira Estante #2

                                                                              



Essa é a coluna daqueles que são apaixonados por estantes, principalmente se estiverem abarrotadas de livros.

                                                                              


É um móvel super versátil, que se adapta a qualquer lugar da casa suprindo as necessidades literárias e ainda mantém os livros pertinho e organizados.

                                                                                


Vamos postar fotos de algumas estantes lindas de se ver, outras interessantíssimas, algumas diferentonas, outras fofas, algumas pequeninas, outras grandonas e tb aquelas que nem  parecem estantes.

                                                                                


Está esperando o quê para vir aqui e se inspirar ???????

E aí, entre essas que apresentamos, qual a sua estante favorita ??????

                                                                      
                                                                        


Abraços Literários!

domingo, 21 de julho de 2013

Cine Clube #1: A Origem dos Guardiões-

                                                                                 
                                                                                


Hj oficialmente o blog inaugura o post CINE CLUBE.
Digo oficialmente pq VCS que nos acompanham sabem que já publicamos dicas de filmes que estrearam nas telonas, de lançamentos em DVDs, de filmes inéditos na TV e até de reprises.
Agora VCS vão poder conferir mensalmente uma dica especialíssima da 7ª arte.
Peguem a pipoca, venham para a rede e anotem esse título mais do que especial:


                                                                             
                                                                              


A Origem dos Guardiões

Direção: Peter Ramsey
Gênero: Animação / Aventura
Duração: 97min
Distribuidora: Paramount Pictures

Sinopse: As crianças do mundo inteiro são protegidas por um seleto grupo de guardiões: Papai Noel, Fada do Dente, Coelho da Páscoa e Sandman. São eles que garantem a inocência e as lendas infantis. Mas um espírito maligno, o Breu, pretende transformar todos os sonhos em pesadelo, despertando medo em todas as crianças. Para combater este adversário poderoso, a Lua designa um novo guardião para ajudar o grupo: Jack Frost, um garotinho invisível que controla o inverno
Mais um para o meme de inverno!
Sem conhecer sua própria vocação de guardião, ele embarca em uma aventura na qual vai descobrir tanto sobre as crianças quanto sobre seu próprio passado
Sou uma amante de animação  sempre tão bacanas.
A Origem dos Guardiões é uma animação baseada em livros do escritor William Joyce
e que nos apresenta personagens já conhecidos, mas completamente reformulados e empolgantes, até mesmo para "crianças" mais velhas.

O filme começa com o Jack Frost, que é o responsável por comandar o inverno e conhecido por seu jeito inconsequente e travesso, sendo despertado pela Lua de um sono profundo em um lago congelado e se questionando sobre quem ele era e o que ele tinha que fazer...  questões importantes que são respondidas ao longo do filme. Logo nos primeiro minutos do filme, percebemos o quanto a Lua tem um papel importante para os guardiões, pois é ela quem os escolhe e orienta nas missões. Não necessariamente a Lua, mas o homem da lua.
A estória não se trata somente dos guardiões tentando salvar as crianças e o mundo do Breu, que é o bicho papão e como o próprio nome já diz representa a escuridão e o medo, interessante que no filme eles relatam que a última vez que o Breu tentou dominar o mundo, essa época foi chamada de idade das trevas; mas trata também do Jack Frost que depois de ser escolhido pelo homem da lua como o novo guardião entra nessa missão em busca das suas respostas e do seu propósito de espírito.

                                                                             
  

Logo depois da pequena apresentação a Jack Frost, somos transportados para o Pólo Norte onde conhecemos o Norte, que nada mais é do que o Papai Noel completamente renovado com tatuagens e espadas para combater o mal; conhecemos também os pequenos e grandes ajudantes do Norte que são os elfos e alguns pés-grandes que são chamados no filme de yetis. Nessa mesma cena o Norte que é o líder dos guardiões recebe a ameaça do Breu e convoca imediatamente os outros guardiões.
Conhecemos então o Coelho da Páscoa, que nada tem de fofinho e pequeno,  ele é chamado de Coelhão por conta da sua altura que  é de 1,85m, armado de bumerangues vive em um pequeno conflito com o Norte por este dizer quase sempre que o Natal é mais importante que a Páscoa. A fada do dente é meiga, alegre, agitada e linda conta com a ajuda das fadinhas para coletar os dentes. O pequeno Sandman é quem constrói todos os sonhos das crianças, apesar de mudo se comunica fazendo desenhos de areia acima da sua cabeça e é responsável por muitos risos durante o filme.
O filme A Origem dos Guardiões tem uma temática clássica,  de não deixar de acreditar nos sonhos, mas a forma como esta temática é apresentada é completamente inovadora, e é isso que faz o filme ser sensacional,  intercalando momentos descontraídos, com momentos sérios e aventura. É um filme rápido e que por ser bom se torna mais rápido ainda. Existem algumas partes como a que os guardiões resolvem fazer juntos a coleta dos dentes é uma parte muito engraçada porque acontece uma competição muito benéfica entre eles. Uma parte que  emociona é aquela em que o garotinho acredita e consegue ver o Jack Frost.

                                                                               



A Origem dos Guardiões é o tipo de filme que toda a família pode ver junto e vai gostar que faz as crianças acreditarem em sonhos, o que acho fundamental e anda bem esquecido ultimamente e faz com que "crianças" mais velhas reencontrem a sua criança interior. É um filme que traz uma lição  que serve perfeitamente para qualquer pessoa, afinal de contas, acreditar nos sonhos é algo necessário para todo mundo. Vai ser aquele tipo de animação que você vai assistir e reprisar sempre.

Um filme divertido, descontraído, interessante e que ensina a sonhar.

Quote-
"Meu nome é Jack Frost, eu sou um guardião. Como eu sei disso? Porque a Lua me disse. Então, quando a Lua lhe disser algo, acredite!"

Acreditem VCS também!


A numeração das artes refere-se ao hábito de estabelecer números para designar determinadas manifestações artísticas.
O termo "sétima arte", usado para designar o cinema, foi estabelecido por Ricciotto Canudo no "Manifesto das Sete Artes", em 1912 (publicado apenas em 1923).
Posteriormente, foram propostas outras formas de arte, umas mais ao menos consensuais, outras que foram prontamente aceitas como o caso da 9ª Arte, que hoje em dia é uma expressão tão utilizada para designar a "banda desenhada", como o é 7ª arte para o cinema.

Numeração das artes
Presentemente, esta é a numeração das artes mais consensual, sendo no entanto apenas indicativa, onde cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam a sua linguagem e foram classificadas da seguinte forma:
1ª Arte - Música (som);
2ª Arte - Dança/Coreografia (movimento);
3ª Arte - Pintura (cor);
4ª Arte - Escultura (volume);
5ª Arte - Teatro (representação);
6ª Arte - Literatura (palavra);
7ª Arte - Cinema (integra os elementos das artes anteriores mais a 8ª e no cinema de animação a 9ª).

Outras formas expressivas também consideradas artes foram posteriores adicionadas à numeração proposta pelo manifesto.
8ª Arte - Fotografia (imagem);
9ª Arte - Banda desenhada (cor, palavra, imagem);
10ª Arte - Jogos de Computador e de Vídeo (alguns jogos integram elementos de todas as artes anteriores somado a 11ª, porém no mínimo, ele integra as 1ª, 3ª, 4ª, 6ª, 9ª arte somadas a 11ª desde a Terceira Geração dos Videogames);
11ª Arte - Arte digital (integra artes gráficas computorizadas 2D, 3D e programação).

Leitores nosso bloguinho é um blog cultural! (risos).
VCS já conferiram aqui resenhas de livros, indicações, sugestões, lançamentos, clássicos,  imagens, clicks fotográficos, teatro, cinema, etc.
Já fizemos postagens sobre lançamentos na telona, resenhas de filmes na TV, lançamentos em DVDs e os clássicos que se tornaram cults.
Então já sabem a partir de hoje VCS vão conferir todos os meses um título para anotar e guardar.

Abraços Culturais.



sábado, 20 de julho de 2013

O Pequeno Príncipe completa 70 anos-

                                                                                  



Nesse Dia do Amigo vamos publicar sobre um dos maiores  símbolos  da amizade na literatura mundial.
Era uma vez um menino que vivia num castelo, como um rei. Sonhava em voar e inventava bicicletas com asas. Cresceu, virou piloto de avião e passou a reinar pelos céus.
Deixou um herdeiro: um principezinho cheio de ensinamentos, personagem de um dos livros mais famosos do mundo, "O Pequeno Príncipe”, que completa 70 anos neste ano.


                                                                            




Quem escreveu essa história foi o francês Antoine de Saint-Exupéry. Ele foi piloto aventureiro, daqueles que fazem manobras arriscadas, e escritor de livros para adultos, como "Voo Noturno".
Mas ficou conhecido mesmo como o pai do Pequeno Príncipe, herói de uma fábula (história em que animais falam) ilustrada por aquarelas também criadas pelo autor.
O principezinho nasceu bem antes de 1943, quando virou livro. A figura do menino aparece em muitas correspondências, cadernos e até guardanapos de papel.
Ficou um tempão rondando a cabeça do autor. Contam que certa vez, enquanto rascunhava um garoto na toalha de um restaurante, um amigo lhe perguntou o que desenhava. O autor respondeu: "Apenas o garoto que existe no meu coração”.
Para conhecer mais a história do criador e da criatura de "O Pequeno Príncipe”,  a designer Sheila Dryzun andou por desertos, vasculhou bibliotecas e conversou com familiares do piloto. "A história do personagem é a própria vida do autor”.
Ela conta que há semelhanças entre a rosa (personagem do livro) e a mulher do escritor: eram caprichosas e, vaidosas, passavam horas se arrumando. Também relaciona a raposa que o príncipe encontra no deserto e a que Saint-Exupéry relatou ter visto quando sofreu um acidente de avião.
Outra coincidência entre o principezinho e o escritor é lembrada pela pesquisadora: ambos desapareceram misteriosamente.
No livro, o pequenino some da Terra depois de um encontro com a serpente. Na vida, o autor desaparece em uma missão aérea um ano depois de lançar "O Pequeno Príncipe”.


Em sete décadas, "O Pequeno Príncipe" foi traduzido para mais de 200 idiomas.
No Brasil, segundo a editora, a obra vende 300 mil exemplares por ano --um livro costuma ser publicado com 3.000 exemplares e muitas vezes demora anos para que esse total seja vendido.
É ou não é resultado para impressionar qualquer "pessoa grande”? (O livro diz que os adultos gostam mais de números do que de outras características mais importantes).
Um livro de encontros. É assim que se define o livro O Pequeno Príncipe.
 Com temática existencialista, a obra segue uma das mais populares do mundo, mesmo 70 anos após seu lançamento - no Brasil, ela chegou somente em 1945, pela Agir, mas a estreia mundial ocorreu dois anos antes, em 6 de abril de 1943, nos Estados Unidos.
"Exupéry traz o reencontro do adulto com olhar perdido de criança e também o encontro da criança com questões da vida adulta”.  A temática a um só tempo densa e acessível, que encontra identificação em diferentes faixas etárias, é um dos pontos indicados  para explicar o sucesso persistente da obra.
Definida pelo filósofo alemão Martin Heidegger como uma das maiores obras existencialistas do século 20, O Pequeno Príncipe é um dos livros mais traduzidos do mundo, mas não há consenso sobre o número exato: no site oficial da obra, Le Petit Prince, fala-se em 257 idiomas e dialetos, e há edições no Camboja e no Japão, por exemplo. No país nipônico, o sucesso foi tanto que há um museu dedicado ao Pequeno Príncipe na cidade de Hakone.
Desde a publicação, a trama já foi contada em diversas plataformas, como na série de desenho animado As Aventuras do Pequeno Príncipe, lançada no final da década de 1970. Mais recentemente, o livro inspirou uma animação computadorizada homônima, exibida no Brasil pelo canal de TV por assinatura Discovery Kids.


É uma obra que possui algumas das melhores reflexões sobre a  vida e que  podem ser completamente entendidas se você entender a mensagem final e passar a aplicá-la em seu dia a dia.
O livro sofre um pouco de preconceito, pois é considerado por muitos como uma obra infantil, que apenas crianças podem lê-lo, mas estão enganados.
Essa talvez tenha sido a ideia do autor ao escrever a obra, mas você não precisa ser uma criança para ler o livro, apenas precisa deixar de agir como um adulto o tempo todo, e tentar enxergar o mundo com menos preocupação e mais pureza.
O autor transmite essa mensagem em várias passagens, por exemplo, o piloto que quando criança queria seguir a carreira de desenhista, mas desiste quando todas as pessoas acreditam que seu desenho de uma jiboia digerindo um elefante se trata, na opinião deles, de um chapéu. E mais tarde, quando ele encontra o principezinho no deserto ele descobre que o garoto é capaz de perceber que aquilo que todos tratavam como a ilustração de um chapéu é, na verdade, uma jiboia digerindo um elefante. Somente uma criança não se deixa limitar por traços e formas. Uma criança é capaz de enxergar além disso. É capaz de criar um mundo com apenas uma folha de papel.
O principezinho não é nada mais que a personificação da infância do próprio piloto, que se perdeu quando ele teve que se adequar ao mundo dos adultos, e que agora volta para mostrar a ele que manter um pouco de inocência e pureza não é uma coisa ruim.
O garotinho também pode ser tratado como uma representação da nossa própria infância: ele faz amizades facilmente com vários personagens durante sua viagem, assim como nós quando éramos crianças. Quando somos crianças e encontramos alguém da mesma idade, por mais que não a conheçamos, dez segundos mais tarde já estamos brincando com ela como se fossemos velhos amigos. E quando crescemos, temos relutância em interagir com as pessoas, ou por buscarmos diferenças que não existem, ou por que não achamos adequado seu jeito de comer, de se vestir e de falar. . Uma verdadeira crítica ao modo de como começamos a agir quando adentramos na idade adulta.
Por vezes, o principezinho incomoda as pessoas com suas perguntas simples, porém donas de grande inteligência. Sua vontade de querer saber o porquê alguém faz determinada coisa, mostra a curiosidade de toda criança em buscar o conhecimento de uma forma que seja fácil de entender e a dificuldade que os personagens encontram em responder perguntas tão simples, mostra o quanto, às vezes, fazemos coisas apenas por que outras pessoas fazem, falamos coisas somente por que alguém disse, sem saber o real motivo daquilo, tudo cai na rotina e não nos preocupamos em saber por que tal coisa é feita assim. Os adultos são criaturas difíceis, como diria o garotinho.

O livro também é dono de citações memoráveis. Quem nunca ouviu ou disse alguma vez frases como: "Você é responsável por aquilo que cativas.” ou "O essencial é invisível aos olhos.”? Citações belíssimas, que guardam uma sabedoria imensa.


                                                                              



                                                                                  



                                                                                 

                                                                              

                                                                            














A mensagem que "O Pequeno Príncipe" quer transmitir é que nunca devemos abandonar  a criança que existe em nós, pois ser um adulto, que só pensa como adulto, age como adulto durante todo tempo nos limita dentro do nosso próprio mundo. Algumas vezes devemos deixar aquela criança sair e comandar, um pouco, nossas atitudes, nosso modo de ver as coisas, nosso modo de pensar, do modo que só uma criança consegue. E para que possamos ser capazes de ver essa mensagem que está presente em todas as entrelinhas, temos que deixar que o pequeno príncipe, que existe dentro de cada um de nós, saia e nos acompanhe durante a leitura.  


Feliz Dia Do Amigo!

Abraços Literários.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um Dia de David Nicholls-

                                                                              


Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dexter e Emma levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia - 15 de julho
Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.
Fenômeno editorial, Um Dia é sucesso absoluto de crítica e público, e teve o roteiro adaptado para o cinema pelo próprio autor, David Nicholls.
O filme traz a atriz Anne Hathaway no papel de Emma Morley  e Jim Sturgess como Dexter.

Um livro que te faz pensar  e repensar a vida depois que você o termina.

Um livro que faz com que você olhe para a própria vida e sinta-se inspirado a mudar, melhorar, reinventar-se.  A não perder tempo e a dizer aquilo que sente quando sente, porque nunca se sabe como será o dia de amanhã.

Esse livro é “Um Dia”, de David Nicholls.

Neste romance, somos levados até o dia 15 de Julho de 1988, quando Dexter Mayhew e Emma Morley passam uma noite juntos logo depois sua festa de formatura da faculdade.
Juntos. Apenas isso. Apenas um dia.
O que era para ser uma simples extensão da comemoração, porém, começa a se tornar algo a mais, mesmo que no fundo nenhum dos dois se dê conta disso. Talvez o timing deles estivesse errado. Talvez eles devessem ter dito coisas. Ou ter feito coisas.
Talvez tudo pudesse ter sido diferente.
Os anos se passam e nem Dexter nem Emma levam a vida que esperavam ou sonhavam ter. Mas talvez a vida seja assim mesmo, nem todos os sonhos podem se realizar, não é mesmo? Então eles tocam suas vidas, mas continuam a esbarrar no desejo incontrolável que têm de conversar um com o outro.
Amigos? Não, mais que isso.
Namorados, amantes? Também não.
Melhore amigos? É, melhores amigos parece bom.
O tempo passa, suas vidas tomam caminhos diferentes. Empregos, família, encontros… Será que o timing vai dar certo dessa vez? Será que é hora de dizer alguma coisa? Será que estão esperando demais?
Ao longo da trama você é convidado a desvendar todos os sentimentos e angústias que se passam nos corações de Emma e Dexter, narrados com perfeição por David Nicholls. O estilo despojado, com leitura fácil e passagens que podem te fazer rir em um segundo e te fazer chorar no outro sem nem perguntar se você precisa de uma pausa para acalmar os ânimos ou talvez beber um copo d’água. Simplesmente mágico!
A cada capítulo embarcamos naquele fatídico dia, 15 de Julho, nos anos subseqüentes,
por quase vinte anos.
O que ele realmente significou? O que aconteceu entre Dex e Em, Em e Dex? Quais as conseqüências que isso trouxe para a vida de ambos?
Será que poderia ter sido diferente?
São nessas perguntas que passamos a espelhar nossa própria vida, independente da idade que temos. O modo como tudo é passado faz com você se identifique com os protagonistas. A perspectiva de não saber o que fazer com o diploma, os empregos que não são bem o que queríamos, a vontade de ter uma família e o medo de não conseguir, sentimentos que nascem e  que temos medo de deixar  crescer – mas que cresce mesmo assim, como se tivessem uma vida secreta, quase que por pirraça para nos olhar bem nos olhos dali algum tempo e dizer ‘Ahá, finalmente me encontrou! Eu estava aqui o tempo todo enquanto você se ocupava com outras coisas mais importantes como a sua carreira ou o que cozinhar no jantar. Tomara que não seja tarde demais agora.’
Tudo isso com personagens que poderiam muito bem ser nossos pais, vizinhos, professores ou amigos imaginários. Personagens absolutamente reais. Provavelmente são coisas pelas quais todos nós já passamos ou vamos passar.
Dex e Em são assim. Pessoas, como eu e você.
Pessoas que tomam decisões erradas, que se arrependem e que buscam o que todo ser humano busca no fim das contas: Ser feliz.
E são pessoas que descobrem que a felicidade pode se esconder no alto de um monte com um amigo meio bêbado e uma mochila para piqueniques. Em férias  com regras de convivência completamente inaceitáveis na Grécia. Em um passeio por um labirinto escuro no meio de um casamento entediante. No apartamento pequeno cheirando a mofo, ou num cafezinho sem compromisso em Paris.

Dex e Em, Em e Dex.
Pessoa
s que, acima de tudo, descobrem que a felicidade tem a sagaz habilidade de se esgueirar às escondidas, procurando por nós,  por vinte e tantos anos, mesmo que você insista em fechar a porta na cara dela. Ou então que ela pode se eternizar em apenas vinte e quatro horas despreocupadas, quando você nem sabia o que ia fazer no dia seguinte.
Dex e Em, Em e Dex.
Vinte anos.
Duas Pessoas.
Um Dia.
15 de julho.
Perfeito!



Abraços Literários.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Meia-Noite em Paris-

                                                                                 



Se VC ainda não marcou sua viagem, as dicas a seguir podem servir de inspiração. Afinal, é inegável que o cinema, literalmente, nos faz viajar.
Roteiros perfeitos para uma viagem de férias.
Acompanhado ou sozinho, sempre vale a pena viajar. Enquanto VC não define seus próximos destinos, por falta de tempo ou de dinheiro, é possível conhecer o mundo através de belos filmes.
Vá a locadora e aproveite para começar as férias de julho com o pé direito.
  

Escrito e dirigido por Woody Allen, “Meia-Noite em Paris” é uma deliciosa história que marca o encontro do diretor com a Cidade Luz, lugar onde se passa a trama. O cotidiano parisiense é ilustrado logo no início do filme através dos olhos de Allen, com o vai e vem deste lugar que tem o poder de encantar a todos.
Uma encantadora viagem pela Cidade Luz atual e de 1929.
A história se trata de um roteirista hollywoodiano, Gil Pender interpretado por Owen Wilson, que vai a passeio para a cidade que tanto idolatra, a famosa Paris com sua noiva Inez (Rachel McAdams) e os pais da moça. Gil tem o sonho de vivenciar aquele lugar nos anos 20, tempo que ele acredita que seja o mais artístico e perfeito. Isso revela o sentimento que temos com relação ao artístico.
Acreditamos que a arte possui uma única definição, e que quem deve decidir os seus conceitos são os  críticos de arte,  museus ou o Serviço do Patrimônio Histórico e Cultural. E ainda que a arte trata-se daquilo que foi criado há séculos por grandes gênios e que o atual não é original e tenha capacidade de transmitir alguma mensagem.
Arte, tanto a apolínea (esteticamente bela e admirativa) quanto a dionisíaca (que provoca a embriaguez de nossos sentimentos, um turbilhão de emoções) não possui uma só definição e sim uma série, dependendo das diferentes interpretações que podemos ter de uma mesma obra, até que se chegue ao conceito idealizado pelo artista.
Gil, completamente extasiado com a cidade e sua produção artística constante, decide escrever um romance, algo que sua noiva não apóia por considerá-lo muito sonhador. Mas, certa noite, à meia-noite em Paris, na porta da igreja, ele entra no carro de Zelda Fitzgerald e seu esposo Scott Fitzgerald, dois grandes importantes autores norte-americanos dos anos 20, apelidado de “anos loucos”, e embarca em uma “viagem ao tempo” pela Paris que abrigava em suas noites a chamada geração perdida.

Se você não assistiu o filme, talvez seja melhor fazê-lo antes de ler mais alguma coisa, a resenha contém Spoilers.
É complicado falar sobre o filme sem falar da fantasia tecida por Woody Allen.
A história é sobre um casal que está passando férias em Paris junto com os pais da moça. Eles são Gil (Owen Wilson) e Inez (Rachel McAdams) que parecem estar apaixonados um pelo outro. Basta alguns minutos de projeção para percebermos que ele está na verdade apaixonado por Paris.
Ele quer andar pela cidade, passear pela chuva e respirar o mesmo ar que grandes artistas, como Hemingway, Fitzgerald e outras lendas, respiraram nos anos 1920. Quer freqüentar bistrôs e cafeterias que seus grandes ídolos costumavam freqüentar em uma época que ele gostaria de ter vivido.
Ela quer fazer compras e ir à festas.
As diferenças só fazem aumentar. Ele quer morar em Paris, ideia que ela rejeita.  
Para piorar a experiência dos dois em Paris, eles se encontram com um amigo de Inez que os leva para diversos passeios e consegue estragar todos eles  demonstrando superioridade e conhecimentos.
Por isso, Gil se afasta em uma noite e resolve andar pelas ruas. Até que um antigo carro passa por ele e o convida para uma festa. Ao entrar no carro, ele descobre que está conversando com Scott (Tom Hiddleston) e Zelda Fitzgerald (Alison Pill).
Allen não tenta explicar como acontece essa volta para o passado que Gil realiza todas as noites, e nenhuma explicação é necessária. O importante é que ele volta e encontra Fitzgerald, Hemingway,  T. S. Elliot, Picasso, Buñuel, Dalí e muitos outros que frequentavam o salão de Getrude Stein.
Woody Allen acerta em determinados filmes, e acerta em cheio. Muitos o consideram um dos melhores diretores da atualidade, acho que falta um certo capricho em alguns de seus filmes. Mas há vezes como essa, que nenhuma falta de capricho pode estragar sua história. Não há nada do que se desgostar deste filme que é um encanto e adorável.
E ainda guardei inúmeras surpresas para todos.


Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Solstício de Inverno-

                                                                                  


Sinopse:
Ao abandonar Londres por uma bonita aldeia do Hampshire, Elfrida Phipps sente-se em casa. Tem uma pequena vivenda, o fiel cão Horace, e a amizade dos vizinhos Blundell - em especial a de Oscar - para garantir que os seus dias incluem companhia e independência.
Mas um imprevisto perturba a tranquilidade de Elfrida. Ela refugia-se numa casa na Escócia, que se torna um íman para vários vadios. Parece a receita certa para a calamidade. Mas o grupo acaba por tornar-se maior do que a soma das suas partes e Elfrida vê-se no centro de um Natal bastante mágico.
Rosamunde Pilcher combina eloquência e compaixão para criar personagens que revelam a forma como verdadeiramente vivemos e amamos. Repleta renovação, Solstício de Inverno possui uma narrativa cativante repleta de emoção.


VCS devem estar se perguntando por que este título não entrou no meme de 5 livros que tem Inverno no título ...
Esse livro é tipo queridinho, a narrativa se passa no Natal, é frio e tem cachorro que eu amo muitooooooooooooo.
Fiquei em dúvida se o publicava no meme de Inverno ou no post em que sugerimos títulos para ler no Natal
Cheguei a conclusão que ele é tão fofo que merece um post só dele J

                                                                              


Ler esse livro com o frio a envolver-nos e as luzes coloridas acesas ao fundo da sala a piscar discretamente, torna esta história ainda mais real e extremamente mágica, tocante e comovente, uma leitura deliciosa que  chega a proporcionar um enorme sorriso e um conforto acalorado, acima de tudo mostrando-nos o verdadeiro sentido da vida e o significado do amor.
É impressionante a forma de como a autora construiu esta história em que desenrolam inesperados acontecimentos, num espaço de tempo tão curto!
É uma história simples, mas a escrita  dá-lhe uma beleza rara, faz com que as coisas simples ou mesmo insignificantes se tornem especiais, ficando até com um brilho que parecem provenientes de um conto de fadas.
Há dramas familiares,  novas amizades, amores  que nascem e crescem, surpresas recheadas de surpresas, alegrias inesperadas e encantadoras, pequenas belezas de vida!
Achei lindo o Natal desta história, não o posso detalhar, senão perde toda a surpresa.
É segredo, está embrulhado em palavras, só a leitura é que o abre e assim a magia natalícia sai do livro para fora.
E as personagens, um tesouro! Tão bom acompanhá-las! Tocaram-me de  maneira profunda. São pessoas comuns, como nós, reais assim como qualquer pessoa que nós conhecemos, humanas, e por isso mesmo é imediata a identificação.
Um encanto que vale muito a pena conferir!

Abraços literários.

domingo, 7 de julho de 2013

Meme: Definição-

                                                                                 
                                                                                


Sempre me interessei por saber ou por achar uma definição interessante sobre o significado de algum termo desconhecido.
Meme  é a mais nova moda na blogosfera.
A definição da Wikipédia sobre o que é meme não ajudou? Deixe eu tentar ajudar…
Meme é tudo o que se aprende por cópia a partir de uma outra pessoa. Desde coisas simples, como comer usando talheres, até ações mais complexas , como escrever textos excelentes em blogs. Resumindo ao máximo, alguém faz, você vê, gosta e copia. Outras pessoas vão ver você fazendo, também gostarão e copiarão. Desta maneira, a evolução de um meme é quase sempre viral e exponencial.
Como a palavra “viral” é sempre interessante, a mais nova moda entre os blogueiros é a criação de memes específicos, onde o autor original escreve sobre determinado assunto e “convoca” alguns de seus conhecidos para escreverem sobre o mesmo assunto, e convocarem mais conhecidos… e assim sucessivamente."
"Meme é um termo cunhado pelo cientista Richard Dawkins em 1976 para explicar a propagação e evolução de idéias ao longo do tempo.

Então , na blogosfera o meme significa criar um post com uma idéia e fazer com que outras pessoas escrevam sobre esse mesmo assunto dando seu ponto de vista.
Bem, então você agora já sabe o que é um Meme, ok?

Agora vamos postar um meme que vimos na blogosfera interessante para essa época fria do ano, citar o nome de cinco livros que tenham Inverno no título:
Vamos lá:

                                                                               

                                                                           

1) Os Ventos do Inverno - As Crônicas de Gelo e Fogo - Livro Seis - George R. R. Martin

Os Ventos do Inverno será o sexto livro da série de fantasia épica As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita pelo norte-americano George R. R. Martin.. Seu enredo se passa após os dois livros paralelos da saga, O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões. O intervalo de publicação entre o quarto e o quinto volumes da saga foi de seis anos, o que gerou críticas por parte de fãs; o autor disse esperar que Os Ventos do Inverno esteja pronto dentro de, pelo menos, três anos após o lançamento do livro anterior. Em junho de 2010, Martin terminara quatro capítulos do tomo — sob o ponto de vista de Sansa Stark, Arianne Martell e Arya Stark. Um mês depois, o autor anunciou ter escrito cerca de 100 páginas do romance. Em dezembro de 2011, Martin liberou um capítulo da obra para leitura online, sob a perspectiva de Theon Greyjoy.

                                                                                 
                                                                                 




2) O Palácio de Inverno- John Boyne

Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública?
Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais.
Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior.
A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família do czar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso - mas e para Zoia, o que teria custado?
Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.

                                              
                                                                               



3) Inverno do Mundo - Trilogia O Século - Livro 02 - Ken Follett

'Inverno do mundo' retoma a história do ponto exato em que termina o primeiro livro. As cinco famílias - americana, alemã, russa, inglesa e galesa - que tiveram seus destinos entrelaçados no alvorecer do século XX embarcam agora no turbilhão social, político e econômico que começa com a ascensão do Terceiro Reich. A nova geração terá de enfrentar o drama da Guerra Civil Espanhola e da Segunda Guerra Mundial, culminando com a explosão das bombas atômicas. A vida de Carla von Ulrich, filha de pai alemão e mãe inglesa, sofre uma reviravolta com a subida dos nazistas ao poder, o que a leva a cometer um ato de extrema coragem. Woody e Chuck Dewar, dois irmãos americanos cada qual com seu segredo, seguem caminhos distintos que levam a eventos decisivos - um em Washington, o outro nas selvas sangrentas do Pacífico. Em meio ao horror da Guerra Civil Espanhola, o universitário inglês Lloyd Williams descobre que tanto o comunismo quanto o fascismo têm de ser combatidos com o mesmo fervor. A jovem e ambiciosa americana Daisy Peshkov só se preocupa com status e popularidade até a guerra transformar sua vida mais de uma vez. Enquanto isso, na URSS, seu primo Volodya consegue um cargo na inteligência do Exército Vermelho que irá afetar não apenas o conflito em curso, como também o que está por vir.


                                                                             




4) O Inverno das Fadas - Carolina Munhoz

Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres simples que nascem e morrem. Mas existem outros que possuem um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalho maravilhosos?  Existe uma explicação para isso. Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada-amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura. E morte.

                                                                               
                                                                              




5) Inverno de Cinzas - Foi assim que te amei Vol.2 - Adriana Brazil

No segundo livro da série “Foi Assim que te Amei”, Inverno de Cinzas, Helen depara-se com o momento mais crítico da sua vida. Nada diferente do forte Inverno que está sobre o país naquele ano. Tristeza, solidão, ressentimentos, lágrimas e dor, sopram as folhas deixadas pelo Outono de sonhos que Helen viveu, trazendo o frio da estação ao seu interior. O cinza que cobre seus dias a leva para uma profunda depressão. Ela encontra nos amigos, na família e na fé a força para continuar. Ela desabafa seus sentimentos na sua agenda, colocando suas emoções sufocadas pela saudade, como um Inverno sem cores, onde tudo ao seu redor, está completamente frio, cinza e sem vida.


Gostaram do meme ?????
Querem  sugerir algum tema ????
Sentem-se na rede, tomem um café e venham para uma leitura agradável.


Abraços Quentinhos  Literários.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Caneca Literária #3: A Ponte para o Sempre de Richard Bach-

                                                                               



O Inverno chegou trazendo o charme desta estação, repleta de aconchego!
A ocasião é elegante: as pessoas se arrumam com cachecóis, luvas, gorros, casacos, meias e botas.
Conversas intimistas ganham lugar de destaque. 
Uma sopa quente ou um caldo na caneca aquecem o estômago e o coração!
É a época ideal para ler um livro, sempre uma excelente companhia, debaixo das cobertas e acompanhado de uma xícara bem quente de café.
Nossa Caneca Literária de hoje é A Ponte para o Sempre de Richard Bach.

                                                                                
                                                                                  



A Ponte para o Sempre

Pensamos, às vezes, que não restou
um só dragão.
Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única
princesa a passear por florestas encantadas.
Pensamos, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras,
além das aventuras. Que o destino
já passou do
horizonte e se foi para sempre.
É um prazer estar enganado.
Princesas e cavaleiros,
encantamentos e dragões, mistério
e aventura... não apenas
existem aqui e agora,
mas também continuam a ser
tudo o que
já existiu nesse mundo!
Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências
se tornaram tão insidiosas, que princesas e cavaleiros
podem se esconder um dos
outros, podem se
esconder até de si mesmo.
Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram em
sonhos para dizer que nunca perdemos o escudo de
que precisamos contra os dragões,
que uma descarga de fogo azul
nos envolve agora, a fim
de que possamos mudar
o mundo como desejarmos.
A intuição sussurra a verdade!
Não somos poeira, somos magia!
Feche os olhos e siga sua intuição.*

(*trecho do livro A Ponte para o Sempre de Richard Bach).

  
 A Ponte para o Sempre é um livro que fala de almas gêmeas, de amor e do encontro do amor verdadeiro. 

Terceiro livro de uma trilogia, mas que pode  ser lido de maneira independente já que tem começo, meio e fim.
Se você um dia se viu só num mundo de estranhos, sentindo a falta de alguém que nunca conheceu, receba a mensagem de amor de A Ponte Para o Sempre
Em Fernão Capelo Gaivota Richard Bach escreveu sobre uma gaivota que se exercitou durante toda a sua vida para começar a compreender o significado da bondade e do amor. Em Ilusões escreveu sobre um homem cercado por milagres, mas intimamente obcecado pelo fantasma de uma sábia e mística mulher maravilhosa que vivia logo além de uma esquina no tempo. A Ponte Para o Sempre é a busca de Bach para encontrá-la, para compreender o amor e a imortalidade, não na vida após a morte, mas aqui e agora. Contudo, surpreendido por tempestades de riqueza e sucesso, desastre e traição, ele abandona a busca, e as muralhas que constrói para proteger-se se transformam em sua prisão.
Conhece então a mulher linda e inteligente que pode libertá-lo, e inicia com ela uma viagem de transformação, uma descoberta mágica do amor e da alegria.
No livro de Bach estão aventuras e desastres aéreos, visitas em sonho ao futuro e ao passado, viagens fora do corpo, enquanto o casal planeja escapar para além da morte. Derivando de uma fé obstinada no perfeito amor, A Ponte Para o Sempre vibra com uma intensidade humana e finalmente cósmica.
Até agora, este escritor tranqüilo e misterioso contou suas histórias através da alegoria e da ficção. Com A Ponte Para o Sempre, ele aproxima os leitores de seu coração e revela uma visão íntima, divertida e honesta de sua vida pessoal e de seu amor.


Abraços Literários.