Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

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domingo, 31 de janeiro de 2016

Click #16- Coffee Art

                                                                                  


Um click e fique de bem com o mundo através das lentes sensíveis da literatura.
Essa á a coluna onde VCS dizem qual seria a legenda para as imagens.




As imagens que  compartilhamos hoje são para VCS que assim como nós são apaixonados  por café.
Especialmente se vierem acompanhados de um bom livro.
E  é claro, tem tudo a ver com o bloguito que tem café até no nome!

                                                                             


VCS conhecem o Coffee Art?

                                                                               

É a arte de produzir figuras na superfície de bebidas à base de café.




Considerada por muitos consumidores o toque final em função de seu impacto visual.




E aí ?????
Qual a imagem que VCS mais gostaram ???????

                                                                               


Para variar o cafezinho de todo dia que tal aprender uma técnica super facinha para dar aquele toque especial na sua bebida favorita ??????
Vamos conferir ??????
Passo a passo e última imagem do blog smartgirls.com.br
                                                             

Material

Tampinha plástica (tipo a do Nescau ou Farinha Láctea, por exemplo)
Caneta e
Estilete


Como fazer

1 – O desenho fica a seu critério, você pode escrever uma ou duas palavrinhas ou quem sabe fazer um desenho simples como uma maçã ???





2 – Por baixo da tampa coloque um jornal dobrado para não riscar a mesa, e fique atento para não se cortar! Muito cuidado!


3 – Se você não sabe desenhar, use a técnica do papel vegetal para riscar os contornos básicos. Depois é só copiá-los na tampinha plástica.


4 – Com a tampinha pronta, é só colocá-la sobre a caneca cheia e polvilhar com chocolate em pó ou canela e se deliciar!


Abraços Literários e até a próxima.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Além do Tempo- Capítulo Final

                                                                                



O final de “Além do tempo”, sexta-feira, 15, mudou o trágico destino que seus protagonistas, Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso), tiveram na vida anterior, durante a primeira fase da novela.
O desfecho foi reflexivo. Assim, como no início da novela, que estreou em 13/07/2015, houve o seguinte questionamento: Será mesmo que colhemos o que plantamos?
Fato é que o casal de protagonistas se salvou.
Lívia e Rafael foram novamente jogados de um penhasco por Pedro (Emílio Dantas), mas, desta vez, sobreviveram e tiveram o tão esperado final feliz.
Outra que também havia morrido e agora se salvou foi Melissa (Paolla Oliveira) que ajudou o casal e teve sua redenção.
Mais que justo, esperançoso. O que deve acontecer numa segunda vida, numa segunda chance, numa outra encarnação, é aprendizado.
Além do Tempo marcou a volta das novelas de época (na primeira fase) falando de espiritualidade e que todos têm direito a uma segunda chance.
Mocinha, mocinho e vilões no sentido tradicional e literal da palavra.
Uma novela clássica com personagens bons e maus muito bem definidos, tramas rocambolescas, reviravoltas, vingança, ódio e muito amor. Bastaram duas semanas no ar para que a história de amor de Lívia e Felipe caísse no gosto do público.



Com figurino digno das obras de Jane Austen, a iluminação, a cenografia, fotografia e o encantador mundo do vinho em ambientação no sul do país acertaram em cheio.
                                                                            


Vitória (Irene Ravache) e Emília (Ana Beatriz Nogueira) alternaram a vilania em cada fase, promovendo duelos eletrizantes e suas identidades foram defendidas com excelentes interpretações.
Aliás, grandes interpretações deram mesmo o tom da novela, com destaque para Bernardo (Felipe Camargo), Gema (Louise Cardoso), Dorotéia (Júlia Lemmertz), Raul (Val Perré), Bento (Luís Carlos Vasconcelos), Zilda (Nívea Maria), Roberto (Rômulo Estrela) e Alberto (Juca de Oliveira) que emocionaram.
A família de Massimo (Luís Mello) e Salomé (Inês Peixoto) com suas trapalhadas trouxe o riso.
E as participações mais do que especiais dos anjos Ariel, Cícero e Elias foram muito fofurosos!
Grande surpresa no horário das 18h, a trama de Elizabeth Jhin ousou ao fazer algo inédito na nossa teledramaturgia: em um formato inovador, contou a história em duas partes com uma passagem no tempo de 150 anos. A primeira fase com duração de três meses ambientada no século 19 e uma segunda fase nos dias atuais também com duração de três meses, mantendo os mesmos atores e nomes dos personagens.
Uma novela que trouxe dois finais, um da primeira fase e outro agora, praticamente uma novela dentro de outra!
O desfecho da primeira fase teve status de final de novela, ousado, já que os dois protagonistas morrem abraçados no fundo do mar, após caírem de um penhasco.
O reencontro deles no metrô, na passagem dos 150 anos, mostrou que a química continuava a mesma.
Ela, uma especialista em vinhos, e ele, um proprietário de uma vinícola familiar, que prioriza acima de tudo, a qualidade de seus produtos, em especial, “um merlot de excelente terroir”. (Terroir, é uma palavra francesa sem tradução em nenhum outro idioma. Significa a relação íntima entre o solo e o micro-clima particular, que concebe o nascimento de um tipo de uva, que expressa livremente sua qualidade, tipicidade e identidade em um vinho, sem que ninguém consiga explicar o porquê. Um conjunto de fatores que influencia o desempenho do vinhedo, a qualidade da uva colhida e participa da personalidade final do produto, como se fosse uma assinatura de cada região produtora).
O protagonismo dos vinhos brasileiros foi um dos temas mais encantadores da novela, que contou com o suporte do Instituto Brasileiro do Vinho, em conjunto com outras instituições como a Associação Brasileira de Enologia.
As gravações foram realizadas no polo produtor da Serra Gaúcha, e destacou as profissões de enólogo e sommelier, além de dar ênfase à colheita e produção da bebida.
A trama destacou inclusive, o enoturismo, por mostrar paisagens de regiões produtoras e abordar o vinho em todas as suas etapas produtivas.
Também foram protagonistas as rosas vermelhas que o conde Bernardo cultivou <3
Olha elas aí: Foram entregues pela Dorotéia para os três anjos Ariel, Elias e Cícero.

                                                                             



A propósito o anjo Ariel que na primeira fase perde suas asas e se torna humano, escolhe voltar a ser anjo! Tudo de bom <33

Produção incrível, elenco dedicado, ineditismo.
Já estou com saudades!
E VCS assistiram à novela? Gostaram dos desfechos?



Abraços Literários e até a próxima.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Caneca Literária #29: Manuscritos do Mar Morto

                                                                                 
A Caneca Literária de hoje é para VCS que assim como nós amam os thrillers policiais/conspiratórios e aqueles personagens super bem construídos, marcantes, inesquecíveis, com os quais fazemos amizade e depois que o livro acaba, sentimos uma saudade imensa deles.

Nossa coluna queridinha estreia 2016 em grande estilo trazendo um dos nossos livros favoritos!

                                                                                   


Sinopse- A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.


A policial Heather Kennedy, nossa protagonista, é daquelas personagens principais que arrepiam a cada frase. Ela tem uma pegada diferente, forte, ousada, autoritária, competentíssima e determinada sendo ao mesmo tempo refém de uma sensibilidade incomum e das incertezas que rondam seu psicológico e seu dia a dia no trabalho em campo.
Leo Tillman é um cara instigante. Sombrio, estranho, interessante, forte, firme, determinado, misterioso, daqueles que desperta a curiosidade só de olhar, sacaram? (quero um Tillman para chamar de meu hehehe).
Kennedy conhece Tillman, e os dois formam uma parceria. No início não são amigos, nem mesmo colegas. Apenas trocam informações absolutamente necessárias onde um ajuda o outro nas investigações paralelas de ambos até descobrirem os Manuscritos do Mar Morto, que esconde um segredo que a humanidade não pode conhecer.
Daí VC pensa a história é batida e recontada, mais um livro que costura as teorias da conspiração sobre a morte de Jesus e o surgimento do cristianismo, dos muitos que surgiram na esteira de O Código da Vinci de Dan Brown.
Mas Manuscritos do Mar Morto, do britânico Adam  Blake, apesar do título óbvio, é um bom thriller policial, desses que se lê de um só fôlego, de uma sentada, que prende a atenção do início ao fim, recheado de mistérios e tramas de espionagem internacional, para entreter leitores que adoram o gênero.
O ponto de partida é um grupo de historiadores que trabalha em documentos antigos, especificamente aqueles encontrados na década de 1940 em Nag Hammadi, no Egito,  que versam sobre gnosticismo (conjunto de correntes filosófico-religiosas) e um suposto Evangelho de Judas. Os pesquisadores descobrem um segredo milenar que jamais deveria vir à luz e por isso pagam com a vida, em crimes planejados para parecerem acidentes.
É a partir daí que entram em ação os protagonistas da história, a detetive Heather Kennedy e o ex-soldado e ex-mercenário Leo Tillman, “uma hábil máquina de matar” que há 13 anos viaja pelo mundo em busca de Michael Brand, o homem que ele acredita ter raptado sua mulher e os três filhos pequenos. Os dois se unem porque Brand também parece estar misteriosamente envolvido nas mortes dos pesquisadores.
Além da trama principal, Adam Blake, que é pseudônimo de Mike Carey, autor consagrado da Grã-Bretanha, desenvolve ótimas tramas paralelas, que com o avançar da narrativa se cruzam, como as investigações do xerife Webster Gayle, (um dos meus personagens favoritos) no Arizona, sobre a queda de um avião em um pedaço de deserto sob sua jurisdição.
O autor também explora muito bem os conflitos pessoais e familiares de seus personagens. Heather Kennedy, por exemplo, cuida do pai, um ex-policial com Alzheimer. E por ser mulher, invejada pela competência em seu trabalho, e lésbica, sofre assédio moral e provocações constantes dos colegas detetives de seu departamento. Já Tillman, tem uma personalidade complexa, obsessiva  e compulsiva, além de uma carga emocional imensa que demonstra o quanto sua alma é atormentada por uma busca (quase) infrutífera, que é o que o mantém em contato com a realidade.

A história começa em Londres, com algumas cenas em lugares exóticos da Europa Central e do Oriente Médio. Depois, juntando, alinhavando e costurando as tramas paralelas com maestria, Blake transfere o epicentro da trama para o Arizona e a Cidade do México, unindo Heather e Gayle, além da jornalista Eileen Moggs, uma personagem coadjuvante que se mostra essencial para a investigação da detetive inglesa.
Blake, que também é roteirista de quadrinhos, tem uma narrativa ágil e enxuta, além de rica em detalhes, com personagens muito bem construídos, carismáticos e “reais”.
Ele escreve de forma visual, mas não perde tempo com descrições desnecessárias e consegue adjetivar cenários que surgem na mente do leitor como cenas de um filme, inserindo-o na trama.
Manuscritos do Mar Morto surpreende por mostrar as mesmas questões por um ângulo e abordagem novos.
Comparar o livro a O Código da Vinci é um grande equívoco. Dan Brown faz questão de manter um tom conspiratório, místico e até meio fanático nas histórias de Robert Langdon; enquanto Blake trabalha num tom “crível” em seu thriller de conspiração e investigações plausíveis. Não precisa ser um leitor muito atento,  basta senso crítico e bagagem de referências literárias prévias, além de bom senso, para ficar  claro que os livros não se misturam.

Manuscritos do Mar Morto é um excelente livro de suspense, ação, assassinatos, intrigas e você leitor, precisa conhecê-lo o mais rápido possível.
Especialmente se VC curte um thriller policial conspiratório de arrepiar. 

Recomendadíssimo!

Abraços Literários e até a próxima.



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Cine Clube #19: No Coração do Mar-

                                                                               
  

Inverno de 1820. O navio baleeiro Essex parte em busca de óleo de baleia. O navio é liderado pelo inexperiente capitão George Pollard (Benjamin Walker), que tem Owen Chase (Chris Hemsworth) como seu primeiro oficial. Owen sonha em ser capitão e tem o objetivo de superar a meta traçada por seu empregador. Eles navegam por meses em busca de baleias, mas quando encontram,  se deparam com uma grande ameaça, uma gigantesca baleia branca que irá lutar por sua sobrevivência e acabará atacando o navio e sua tripulação com sua determinação e “vingança” quase humanas.
No Coração do Mar  revela as terríveis consequências do encontro, à medida que a tripulação sobrevivente do barco é levada aos seus limites e forçada a fazer o impensável para permanecer viva. Enfrentando tempestades, fome, pânico,  desespero e sacrifício, os homens são levados a questionar suas crenças mais profundas, do valor de suas vidas à moralidade de sua atividade, enquanto o capitão busca orientação no mar aberto e seu primeiro suboficial tenta derrotar a grande baleia.

                                                                               



Qual é o grande mérito do filme?
“No Coração do Mar”, dirigido pelo lendário Ron Howard (de “Uma Mente Brilhante” e “O Código Da Vinci”) e estrelado por Chris Hemsworth (o Thor no Universo Marvel),  conta a história verídica que inspirou parcialmente o livro “Moby Dick”.
Baseado no livro “No Coração do Mar: A História Real”, do escritor americano Nathaniel Philbrick, autor que foi atrás da real história que inspirou o clássico “Moby Dick”, escrito por Herman Melville.
Philbrick reuniu informações e dados históricos para relatar como barqueiros americanos enfrentaram uma gigantesca baleia com instinto assassino.
A parte histórica do filme, fala da importância do óleo de baleia para a iluminação pública, para a indústria e até para a construção civil. Assim, a caça à baleia era um negócio altamente lucrativo durante o século XIX.
Dá arrepios só de imaginar! É absolutamente inadmissível para nós que amamos e defendemos os animais  pensar que se estabeleciam metas de 2000 litros de óleo de baleia!
Outro momento histórico está no embate entre o capitão do Essex e seu primeiro imediato. Pollard só conseguiu o comando do baleeiro por ser de família influente, em detrimento da competência.
Era prática corrente no Antigo Regime e, como pudemos atestar  ainda dava o ar de sua graça em pleno século XIX numa sociedade liberal como a americana. Chase, por sua vez, já tinha estado em alto mar e cumprido, inclusive com eficiência, metas de produção de coleta de óleo de baleia. Mas como tinha origem humilde e camponesa, perdeu o posto de capitão para o aristocrático Pollard.
O filme também faz uma crítica à ganância dos grandes empresários que praticavam o lucro à qualquer custo, inclusive desvirtuando a verdade sobre o naufrágio para que os negócios não fossem prejudicados.

Não é uma adaptação do clássico, mas sim da história que o inspirou.
E o resultado da empreitada cinematográfica  é um épico triunfal como não vemos há algum tempo.
A trama acompanha Owen Chase (Chris Hemsworth, de Thor), depois de uma promessa não cumprida de que iria comandar o seu próprio barco baleeiro na próxima viagem que fizesse, e é obrigado a servir como primeiro comandante para o inexperiente capitão George Pollard Jr (Benjamin Walker, de Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros).
O filme começa com ele se despedindo da sua família para mais uma jornada longa no mar, sem imaginar que encontraria “um monstro” no meio do caminho.
Eles embarcam no Essex, que acaba afundando após encontrar a gigantesca baleia branca. Anos depois, um dos sobreviventes da embarcação (Brendan Gleeson, de No Limite do Amanhã) resolve contar esta história para o homem que tornaria famoso o clássico Moby Dick, Herman Melville (Ben Wishaw, de 007 Contra Spectre).
Atenção especial deve ser dada a Tom Holland (que será o novo Homem-Aranha no Universo Marvel) e Cillian Murphy, simplesmente perfeito no papel de Matthew Joy!

“No Coração do Mar” não é exatamente um filme de ação como foi “vendido”.
Ele é uma aventura sim, mas com um grande apelo dramático que mantém o interesse do início ao fim, especialmente para os cinéfilos que querem com paciência e com discernimento “ouvirem” uma boa história.
O filme tem relevância não é apenas uma mera refilmagem.
Não deixa de ser uma adaptação, mas certamente, é também  um “blockbuster” com imagens incríveis e boas atuações que merece ser visto.
Altamente recomendável.


Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Nome de Deus é Misericórdia-

                                                                                   
                                                                             

 O papa Francisco lança hoje seu primeiro livro desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, em março de 2013.

                                                                                  



Publicado em 6 idiomas: alemão, italiano, francês, inglês, espanhol e português, e lançado simultaneamente em 86 países, “O Nome de Deus é Misericórdia” traz na capa o título “escrito à mão” pelo papa Francisco.
A cerimônia de lançamento será no Vaticano, no Instituto Augustiniani.
O livro surgiu de conversas com o jornalista italiano do jornal "La Stampa”, Andrea Tornielli, especializado em assuntos do Vaticano. 
O texto, breve (basta uma tarde para lê-lo), transcreve trechos de conversas entre Tornielli e o pontífice que aconteceram em julho de 2015 nos aposentos de Francisco na Casa Santa Marta, a hospedaria do Vaticano, onde ele mora e trata de assuntos considerados polêmicos na igreja, como homossexualismo, nulidade matrimonial e a crise de refugiados, assunto no qual o líder da igreja católica tem se engajado, na busca por soluções que ajudem a amenizar o sofrimento das vitimas das guerras nos países de origem. O livro de Francisco traz também referências à proclamação do Jubileu da Misericórdia (Misericoriae Vultus), explicando os motivos desta proclamação. 
"O Nome de Deus é Misericórdia” defende ideias de que a "Igreja não está no mundo para condenar”, mas sim para levar à "Humanidade, que tem feridas profundas”, uma mensagem de misericórdia.. 
Francisco defende a ideia de uma igreja mais participativa, que saia de dentro das paróquias e vá ao encontro das pessoas que estão em sofrimento.
O livro com 144 páginas tem no seu conteúdo perguntas e respostas  dirigidas aos líderes católicos, onde Francisco cobra mais socorro, tanto espiritual como material, às vitimas das diferenças e do pecado, frisando que o pecador precisa e merece misericórdia e não julgamento e condenação, e reforça que o mundo não será melhor sem isso.
Em seus diálogos, Francisco aborda o tema da misericórdia divina e do anseio humano por essa misericórdia num tom que já caracterizava os sermões do papa em sua visita ao Brasil em 2013: sereno e moderado. 
Com público garantido, não só pela popularidade do autor, mas também pelo seu ativismo, que já influenciou assuntos como o restabelecimento das relações entre Cuba e EUA.
 O mundo conta hoje com de cerca de 2 bilhões de pessoas que professam a fé cristã, tendo como o catolicismo sua principal religião.
 Em junho de 2015 o Vaticano lançou também em várias línguas, a encíclica "Laudato Si”, que foi um sucesso mundial de vendas.


Abraços Literários e até a próxima.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dia do Leitor- 07 de Janeiro

                                                                               


Hoje, 07 de janeiro,  comemoramos o dia do leitor, uma data perfeita para aqueles que gostam de ler e tem, no livro, um grande amigo.
Ler não é uma atividade passiva. Através da leitura, o leitor identifica e cria lugares, personagens e histórias,  se projetando e inserindo-se no que está lendo.
As palavras do autor não são definitivas. Elas são flexíveis e permitem que cada pessoa interprete o texto de acordo com as suas próprias histórias, convicções e experiências. O livro não é um objeto acabado, ele depende do leitor para significar.
Dessa forma, um dos inúmeros benefícios proporcionados pelo hábito da leitura é o prazer do leitor em se envolver com o texto, criar situações, imaginar lugares e personagens.
O leitor é, portanto, sujeito ativo e indispensável para dar vida ao amontoado de palavras do qual o livro se constitui.
Ler é viajar. Foi (é e será) através da leitura que o homem passou a conhecer lugares onde nunca esteve, se remeter ao passado e  projetar o futuro. É importante lembrar que não se nasce leitor, o aprendizado da leitura é um processo infinito de capacitação que é fomentado pelo contato com livros.
Pouco a pouco, a prática da leitura nos faz buscar cada vez livros mais complexos, literários ou não, o que indica nosso crescimento na capacidade de interpretação e de abstração.

 O dia do leitor é uma comemoração brasileira, surgida a partir do aniversário do jornal cearense “O Povo”, que foi fundado em 7 de janeiro de 1928 pelo poeta e jornalista brasileiro Demócrito Rocha,  dentista, funcionário dos Correios e telégrafos, intelectual, deputado federal,  jornalista combativo e também criador do Maracajá, a “revista literária do movimento modernista no Ceará”.
Quando Demócrito Rocha fundou o jornal diário O Povo, que se transformaria numa espécie de cartão de visita do Ceará, o Maracajá passou a circular como um dos seus suplementos. Por um lado, O Povo combatia os “desregramentos políticos da época”, e por outro, o Maracajá abrigava a produção dos poetas e intelectuais da terra, onde o próprio Demócrito Rocha publicou a maioria de seus poemas, curiosamente sempre assinados com o pseudônimo de Antônio Garrido.
Poesia de forte cunho regionalista, para quem praticou tal arte pelo final da década de 20, a ousadia do poeta se revela nos seus versos livres, com uma dicção discursiva e vocabulário numa mistura de requinte e simplicidade.
É lamentável  que a obra poética de Demócrito Rocha que pertenceu à Academia Cearense de Letras  não tenha sido recolhida em livro, em edição sistemática e estudo analítico. 
Pelo menos um de seus poemas, O Rio Jaguaribe, ganhou foros de imortalidade, aparecendo em várias antologias.


Parabéns a todos nós leitores!


Abraços literários e até a próxima.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Bazar de Férias-

                                                                             


O hábito da leitura é uma das melhores maneiras para obtermos informação, companhia, lazer e cultura.
Mergulhar nas páginas de um livro é descobrir tesouros antigos e também abrir as portas para novas conquistas.
Ler é viajar no tempo. Viaje para onde sua imaginação quiser.
Ler é  viver. Quem lê, voa mais alto, vai mais longe e vive melhor.
Ler faz bem para a saúde, para a mente e para o coração.

Comece 2016 cumprindo uma das suas promessas da famosa listinha de Resoluções de Ano Novo: Ler Mais!
Nas suas férias dê uma passadinha no Café com Leitura na Rede.
VC vai encontrar diversos livros, de vários gêneros literários, com um precinho super em conta e um atendimento pra lá de Vip que vai encantar nossos clientes-parceiros.
Vem conferir!

Nós do Café com Leitura na Rede  aguardamos VCS nossa lojinha virtual, aqui e também na nossa lojinha, no Livronauta, aqui.

Abraços Literários e até lá!



sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #20

                                                                                  



Este espaço,  intitulado Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos,  foi criado,   porque as poesias, os poemas, as rimas, os cordéis, prosa e verso  não podem ficar restritos a um sarau em  uma sala;  devem estar ao nosso alcance sempre!

É  por isso que convidamos você, hoje, no 1º dia de 2016,  a embarcar com a gente nesse lindo poema de Carlos Drummond de Andrade, que escolhemos para desejar a todos, um Feliz Ano Novo!

Cada uma de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.

                                                                                  



Fatiando o tempo
Carlos Drummond de Andrade

“Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra adiante vai ser diferente…

… para você,
desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.

Para você,
desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
que sua família esteja mais unida,
que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe
desejar tantas coisas
mas nada seria suficiente…
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada
minuto, rumo a sua felicidade!!!”


Beijos poéticos, enormes e abraços literários.