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Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




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segunda-feira, 26 de junho de 2017

A Livraria dos Finais Felizes-

                                                                                 


Sinopse- Há sempre uma pessoa para cada livro e um livro para cada pessoa.
“A Livraria dos finais felizes” é uma história comovente sobre o poder dos livros.
Se a vida fosse um romance, o da Sara certamente não seria um livro de aventuras.
Em vinte e oito anos nunca saiu da Suécia e nenhum encontro do destino desarrumou a sua existência. Mas tudo muda no dia em que recebe uma carta de uma pequena cidade perdida no meio do Iowa e com um nome estranho: Broken Wheel.
A remetente é uma tal Amy, uma americana de 65 anos que lhe envia um livro.
E assim começa entre as duas uma correspondência afetuosa e sincera. Depois de uma intensa troca de cartas e livros, Sara consegue juntar o dinheiro para atravessar o oceano e encontrar a sua querida amiga. No entanto, Amy não está à sua espera, o seu final, infelizmente, veio mais cedo do que o esperado. E enquanto os excêntricos habitantes, de quem Amy tanto lhe tinha falado, tomam conta da assustadora turista (a primeira na história de Broken Wheel), Sara decide retribuir a bondade iniciando-os no prazer da leitura. Porque rapidamente percebe que Broken Wheel precisa de um pouco de aventura, e talvez , um pouco de romance. Em suma, esta é uma cidade que precisa de uma livraria. E Sara, que sempre preferiu os livros às pessoas, naquela aldeia de poucas pessoas, mas de grande coração, encontrará amizade, amor, emoções para viver e finalmente será a verdadeira protagonista da sua vida.

                                                                                   


Que fofiiiiiiiiiiiiiiiinho esse livro.
Mais difícil que apontar o que não gostou em um livro é dizer o que fez você amá-lo. Tenho  um carinho especial sobre livro cujo plot é sobre livros e  pessoas que os lêem e este conquista de cara pela capa, a sinopse e o fato da autora ser sueca.
Fico  feliz sempre que posso conhecer um pouco mais literatura de outros países.
Aqui temos  Sara  que conhece Amy, uma adorável senhora norte-americana, por meio de livros viajantes e inicia uma troca de correspondência, que fazem com que ela conheça através das cartas muitas pessoas da cidadezinha onde Amy mora.
Assim quando recebe o convite para visitar Broken Wheel, Iowa, Sara vai sem hesitar.
Ela só não esperava chegar na hora mais inapropriada possível e muito menos que sua vida mudaria para sempre.
A questão é que Sara chegou uma semana depois que Amy falecera e sequer sabia que a amiga estava doente. Amy jamais quis contar a verdade e agora ali estava ela em uma cidade com 637 habitantes e mesmo que soubesse sobre metade deles através das cartas (e eles sobre ela) não sabia o que fazer já que tinha vindo para ficar por cerca de dois meses.
Amy era muito amada na cidade, e por isso seus conterrâneos abraçaram a missão de serem os anfitriões de Sara. E junto com a moça, vamos conhecendo a fundo cada morador, tornando-se impossível não se encantar com cada um deles.
Ninguém disse que ela devia voltar para a Suécia. Era ali que ela devia ficar ali, na casa de Amy, esse era o desejo da amiga falecida. Todos estavam preparados para cuidar da nossa protagonista turista e cada um tinha seu papel. George seria o motorista, Caroline cuidaria de sua alimentação, Grace não deixaria faltar café, e ainda havia Andy, Carl, John, Tom, Jen, William, Claire.
A lista de amigos não tinha fim.
Não deixavam que  Sara pagasse pela estadia, alimentação nem nada.
Ela queria ajudar de alguma forma a minúscula cidade abandonada no tempo.
Então teve a ideia de uma livraria. Ali estava ela e os milhares de livros de Amy e agora um sonho iria se realizar. Broken Wheel aprenderia a amar os livros.
A autora deve ter pensado que logo ficaria claro o que aconteceria com a protagonista, por isso decidiu nos surpreender com os personagens secundários que são adoravelmente comuns, talvez por isso tenha sido tão fácil torná-los reais.
A impressão é que eles realmente existem e poderiam ser qualquer pessoa com quem convivemos.  Não há um favorito, amei todos, igualmente. 
Todas as citações de grandes obras clássicas e contemporâneas, toda a pequena cidade mobilizada para fazer tudo acontecer e a cena mais inusitada que já li comas pessoas assistindo pela vitrine da livraria Sara lendo por mais de 5 horas, fazendo desse momento uma celebração. Quem diria que ler seria uma atração?
Sara é uma mulher que não tem grandes realizações na vida, nem espera muito das pessoas. Seu maior interesse são os livros e ela ama ler de tal maneira que somente sendo leitor apaixonadamente apaixonado pelos livros para compreender essa paixão.
Foi muito fácil me conectar com Sara, afinal todo leitor se conecta entre si.
A personagem é o tipo de leitora que lê única e exclusivamente por prazer, assim como eu.

Um livro que fala sobre livros e  mostra que eles podem tornar tudo melhor.
Fala também sobre o poder da leitura e é delicioso de ser lido, quando terminei senti vontade de abraçá-lo!
Como dizem... Livro é tão bom que deveria ser elogio!
A Livraria dos finais felizes é ...  tão livro!
Recomendo a todos os leitores que amam ler por prazer, para lerem com um sorriso nos lábios.


Abraços Literários e até a próxima.



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Inverno Literário- Capas Temáticas

                                                                               

Pessoas lindas o inverno chega hoje à 01h24min e o bloguito traz uma seleção de livros de diferentes gêneros com essa temática.
  


Jardim de inverno

Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas. A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história. Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são.




Jardim de Inverno

Esta obra reúne parte dos momentos que a autora e seu marido, Jorge Amado, viveram nos anos de exílio na Europa. Ao narrar várias histórias com emoção e honestidade, Zélia ressuscita um pouco o que se perdeu e transforma sua memória pessoal em memória coletiva, sem abdicar da atmosfera delicada de confissão e de intimidade.



Solstício de inverno

A autora de Os catadores de Conchas conta, dessa vez, a história de Elfrida Phipps, que deixa Londres para construir uma nova vida em Dibton, pequena cidade em Hampshire, onde desfruta da companhia do cão Horácio e da amizade dos Blundell.
Porém, uma tragédia imprevista muda a sua rotina e abala radicalmente a sua vida.



O Palácio de Inverno

Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, o leitor acompanham o protagonista Geórgui, em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.
Mais uma obra-prima do autor de O menino do pijama listrado.





Uma Semana de Inverno

Quando Chicky Starr decide restaurar a velha Casa de Pedra, situada no alto de um penhasco na costa oeste da Irlanda, e transformá-la em um hotel, todos pensam que ela enlouqueceu. Mas, com uma reforma para proporcionar à casa lareira, quartos elegantes e uma aconchegante cozinha, não demora muito para ela receber seu improvável primeiro grupo de hóspedes.
Winnie e Lillian não se dão bem, mas se veem forçadas a passar férias juntas; John, astro de filmes norte-americanos, pensa que chegou despercebido; o casal de médicos Nicola e Henry, estão fartos das mortes que presenciaram; Anders odeia ter que herdar os negócios do pai, mas possui um talento nato para a música; a Srta. Howe, uma professora aposentada que parece não gostar de nada; os Wall estão desapontados por terem ficado apenas com o segundo lugar em um concurso valendo uma viagem a Paris; e Freda, a bibliotecária, está com medo dos próprios dons psíquicos.
Dividir “Uma Semana de Inverno” com personagens tão envolventes e improváveis será puro deleite.



A Rosa do Inverno

Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward Rawlings enlouquece com a sensualidade de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ele havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões além de mudar-se, pelo bem de seu sobrinho, para a mansão dos Rawlings na Inglaterra. No entanto, ao chegar lá, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward? Uma leitura leve e descompromissada, com boa dose de romantismo, forte aroma de sensualidade e uma pitada de suspense. Fala de paixão arrebatadora e indevida, de destino e escolha.



Cabul no Inverno

Ann Jones é uma jornalista norte-americana, acostumada a realizar trabalhos voluntários. Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001 e após a intervenção militar dos EUA no Afeganistão, Jones decidiu ir ao Afeganistão para ajudar.  Ela trabalhou em duas frentes: distribuição de roupas, comida e outros donativos para mulheres encarceradas e aulas de inglês para professores do ensino médio. Durante o período que ficou lá escreveu esse livro relatando tudo o que viu e o que viveu, transmitindo com clareza e eficiência sua experiência do tempo em que passou lá.
um relato de lembranças pungentes e poéticas do Afeganistão e de seu povo, que tenta encontrar a paz após décadas de guerra. 
É um livro que narra não apenas o panorama atual do Afeganistão, mas também as raízes histórias da cultura e da forma de pensamento local.



O Inverno das Fadas

A atração pode ser fatal, mas a fantasia faz parte do encantamento.
Sophia Coldheart não é uma fada comum. Ela é uma Leanan Sídhe, uma espécie de fada que serve de musa para humanos talentosos alcançarem o sucesso. Mas ao mesmo tempo em que os leva ao estrelato, se alimenta de suas energias, levando-os à loucura e à morte. Uma vida intensa e extraordinária com um fim trágico.
Mas o que aconteceria se um humano resistisse à sua sedução e fizesse a própria Sophia sentir-se fascinada por ele?



O Bom Inverno

"Quando o narrador - um escritor frustrado e hipocondríaco - se desloca a Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer um escritor italiano mais jovem, mais enérgico e muito pouco sensato, que o convence a ir com ele até Sabaudia, em Itália, onde o famoso produtor de cinema Don Metzger reúne um leque de convidados excêntricos numa casa escondida no meio de um bosque.
O cinema não é, porém, a única obsessão de Don: da sua propriedade em Sabaudia levantam voo balões de ar quente estranhamente vazios, construídos como obras de arte por Andrés Bosco, um catalão cuja relação com o produtor permanece um enigma. Nada, aliás, na casa de Metzger é o que parece; e, depois de uma primeira noite particularmente agitada, o narrador acorda com a pior notícia possível: Don foi encontrado morto no seu próprio lago. Bosco toma nas suas mãos a tarefa de descobrir o culpado isolando o grupo de convidados na casa e montando-lhes um verdadeiro cerco. Confrontados com os seus piores medos, assustados, frágeis e egoístas, estes começarão a atraiçoar-se e a acusar-se mutuamente, num pesadelo que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.



O inverno de Frankie

Frank Machianno não é o que parece ser. O protagonista de O inverno de Frankie Machine, novo livro de Don Winslow, tem mais camadas do que aparenta.
Conhecido como “o cara das iscas”, é dono de uma loja que atende os pescadores locais no Ocean Beach Point, o maior quebra-mar da Califórnia, e fornece frutos do mar para diversos restaurantes de San Diego. Todo Natal, Frank decora seu ponto de vendas, se fantasia e distribui doces no Halloween, além de promover um Campeonato de Pesca Infantil anual em que todas as crianças inscritas ganham prêmios.
Fora do trabalho, Frank ajuda a ex-mulher com os problemas domésticos, almoça com a filha uma vez por semana e mantém um relacionamento com uma mulher mais nova. Também é conhecido por frequentar diariamente a Hora dos Cavalheiros entre os surfistas – um horário reservado aos mais velhos e experientes, que não brigam pelas melhores ondas e respeitam a vez de cada um. Com mais de 60 anos, Frank tem a aparência de um senhorzinho fofo, que leva uma vida pacata, com uma rotina bem estruturada e sem grandes novidades. Mas, por trás dessa fachada aparentemente inofensiva, esconde-se Frankie Machine, um assassino profissional temido entre os mafiosos. E, quando ele recebe a visita do filho de um chefe da máfia de San Diego pedindo um favor, o passado retorna para cobrar velhas dívidas, e ele logo descobre que alguém deseja vê-lo morto. Para sobreviver, Frank precisa abandonar o disfarce do cara das iscas e descobrir quem está atrás dele – mesmo que a lista de suspeitos seja longa e ele já não tenha o mesmo vigor da juventude.


E aí fofis  qual a capa vcs acharam mais bonita ??
E qual o livro de inverno favorito de suas vidas  vcs recomendam ?????


Abraços Literários e até a próxima.



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Caneca Literária #42: Mulher-Maravilha

                                                                               
      
Um dos filmes mais aguardados do ano estreou no dia 1º .
Após 75 anos de sua criação, a Mulher-Maravilha ganha um longa só seu com a atriz israelense Gal Gadot (Miss Israel 2004  e que assim como todo cidadão israelense serviu o exército dos 19 aos 21 anos) interpretando a deusa amazona.
A direção impecável é de Patty Jenkins (de Monster, 2003). Pela primeira vez o olhar de uma mulher na direção de um filme do gênero super herói.
                                                                                


A primeira vez que essa versão da Mulher-Maravilha apareceu foi em Batman vc Superman: A Origem da Justiça, 2016.
Até então só retratada nos quadrinhos, em desenhos animados e na série dos anos 1970,  a Mulher-Maravilha é reapresentada ao público no filme, que relembra suas origens como princesa Diana Prince, embaixadora das amazonas que vive na paradisíaca ilha Themyscira.
Filha da rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana ainda criança adora lutar e insiste que a tia a treine – a general Antiope, vivida por Robin Wright.
No mundo dos humanos, a Primeira Guerra Mundial está em curso e, por acidente, o espião Steve Trevor (Chris Pine) atravessa um portal que o leva à ilha das amazonas.
Resgatado por Diana, ele conta que a Terra está próxima de ser arrasada pelo conflito. Para Diana, então, o combate só terá fim, se ela encontrar e matar o deus da guerra.
Para isso a diva terá de enfrentar, além dos inimigos, em eletrizantes cenas de ação, uma sociedade machista, perplexa com seu comportamento e seus superpoderes.
Os fãs dos quadrinhos ainda esperam que o filme seja a salvação da DC Comics neste ano, já que a empresa não tem emplacado sucessos do nível de sua concorrente, a Marvel de Thor, Homem de Ferro e Vingadores, entre outros sucessos de crítica e bilheteria.
Dos quadrinhos da DC, surgiram grandes filmes como Batman e Superman, mas a marca é lembrada por fracassos recentes como Batman VS Superman e Esquadrão Suicida.
A Mulher-Maravilha foi criada em 1940 pelo americano Maxwell Gaines. De lá pra cá muita coisa mudou, inclusive a forma como o público a vê.
Representante das mulheres em meio a heróis provenientes dos quadrinhos, nossa heroína cria empatia feminina, mas também gera algumas críticas por não se adequar a um símbolo politicamente correto para as questões do mundo moderno, como por exemplo, uma habilidade.
A dinâmica da heroína com Steve Trevor também teve timing perfeito.
Depois de cair, literalmente, de paraquedas no caminho de Diana eles se unem em prol de uma causa maior, o bem da humanidade, o fim da guerra.
Ambos buscam soluções trilhando caminhos diferentes porque veem o mundo com olhos diversos, para Diana, que carrega em si a pureza de um grande coração e a ingenuidade de quem tem como arma a esperança, acredita que o mal é personificado.
Já para Steve que conhece o melhor e o pior da humanidade, entende sobre a crueldade, a violência e os horrores da guerra, sabe que não existe um só vilão, mas uma conjuntura de fatores e possibilidades, é muito mais difícil crer na salvação.
Ainda temos Charlie, um escocês com Transtorno de Estresse Pós Traumático. Sameer, um marroquino que não queria ser soldado, e Chefe, um índio que viu a guerra dos brancos devastar seu povo. A diversidade do grupo está inserida no modo como foi perfeitamente contada a história.
História que emociona e encanta narrando sobre heroísmo e também coragem, amor, esperança, bondade, generosidade, empoderamento e representatividade.



Abraços Literários e até a próxima.



sábado, 17 de junho de 2017

Sereísmo-

                                                                                    


Depois da minha meia de abelhinha é a vez do cobertor de sereia!
Elas estão nos livros, nos filmes, nos aquários, na novela das 21h e na moda.
Hoje se fala muito sobre o tema como um estilo de vida ou um estado de espírito.
Ser sereia não é um hobby, é uma atitude.
Há quem viva de ser sereia profissional, em tanques aquáticos mergulhando com golfinhos, tubarões, tartarugas e baleias, mas há também as biólogas que trabalham na área de pesquisa e conservação de cetáceos, em gestão ambiental e com especialização em animais marinhos.
Também é preciso praticar a apneia, afinal você nunca viu uma sereia com máscara de mergulho, né? 
Para se aprofundar no “mar do assunto” há sereísmo na decor com conchas, na Iara do folclore brasileiro, na Ariel da Disney e clarooooooooo nos livros <3
O  sereísmo, em si, não é uma tendência de moda ou de beleza, nem algo passageiro,  é um estilo de vida que qualquer pessoa apaixonada pelo mar, por seus encantos e mistérios, e que defenda o meio ambiente e a natureza preocupando-se com  os animais que existem no mundo pode seguir.
Com cauda ou sem cauda. Com cabelos coloridos ou não.  
Basta se identificar com o tema de forma lúdica ou visual e celebrar esse mundo mágico e natural.


                                                                                  


A Sereia
Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar.  Ela está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar, pois a voz da sereia é fatal, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.




A Pequena Sereia
Um grande clássico da literatura infantil.
Nele uma pequena sereia, a caçula das sereiazinhas, se apaixona por um homem mortal, o lindo príncipe de olhos negros que ela salvou de um naufrágio, e recorre uma bruxa, para conseguir um feitiço que a faça assumir uma forma humana, para que desta forma possa se aproximar de seu amado.
Ao fazer isso ela concorda em abrir mão de sua imortalidade e perde sua voz. Para que o encantamento se tornasse permanente, a pequena sereia deveria ainda conquistar o amor de seu escolhido. Caso falhasse, teria um triste fim, se transformando em espuma do mar.
Mas como declarar seu amor a quem caminha sobre o seco?



Poseidon
Além da beleza fora do comum, com seu cabelo quase branco e seus olhos cor de violeta, Emma chama a atenção por ser um pouco desajeitada. Ela não se sente muito à vontade em lugar nenhum... e não sabe que sua misteriosa origem é a fonte dessa sensação.


E para mergulhar nessas leituras que tal uma manta de sereia bem quentinha??????
Ideal para acompanhar uma xícara de café, nesse friozinho danado <3
Vou deixar dois links fofos aqui, mas tem  um monte de moldes e tutoriais na internet combinado???


Abraços Literários e até a próxima.




segunda-feira, 12 de junho de 2017

Jornal Poético: Diversos Versos, Inversos e Reversos #32- Dia dos Namorados



Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

(Vinicius de Moraes, Antologia Poética, pág 96 )
  

Abraços Literários, beijos poéticos e até a próxima.




quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fração de Segundo (Pivot Point #2) – Kasie West

                                                                                 


Sinopse- Por causa de sua habilidade paranormal, Addie é capaz de investigar seu futuro sempre que se depara com uma escolha, mas isso não torna sua realidade mais fácil.
Depois de ser usada pelo namorado ela vai passar as férias com o pai no mundo normal onde conhece Trevor, um garoto incrivelmente familiar. Se até pouco tempo ele era um estranho, por que o coração de Addie acelera toda vez que o vê? 
Enquanto isso, Laila guarda um grande segredo: ela pode restaurar as memórias de Addie — só falta aprender como. Muita gente poderosa não quer que isso aconteça, e a única pessoa que pode ajudar Laila é Connor, um bad boy que não parece muito disposto a colaborar.
Como ela vai ajudar a amiga a alcançar o futuro feliz que merece?


“Fração de segundo” é o segundo volume da duologia Pivot Point que traz a história de Addison Coleman, uma adolescente que vive em um complexo paranormal onde as pessoas são classificadas por habilidades.
O livro começa com Addie tendo que lidar com as consequências de sua escolha, feita no final de “Encruzilhada”.
Ao escolher um dos possíveis caminhos ela pediu para Laila, sua melhor amiga, apagar suas lembranças da outra opção.
Addie depois dos eventos do livro anterior resolve passar um tempo com seu pai no mundo normal.
Lá ela conhece Trevor, um cara normal, que supostamente nunca viu na vida, mas ele lhe parece muito familiar.
O interessante é que ela encontra as pessoas que não escolheu  e as amizades surgem novamente, as coisas acontecem naturalmente só que se desenvolvem em circunstâncias diferentes não se tornando uma coisa repetitiva.

Paralelo ao conflito da protagonista tem a história de Laila que mora no mundo paranormal e está tentando compreender e administrar tudo que aconteceu com ela e Addie nas últimas semanas e com o fato de ter em mãos uma carta que a amiga escreveu, antes de ter a memória apagada.
Na carta ela diz que quer ter a memória restaurada, assim Laila parte em busca de ajuda para conseguir recuperar as lembranças da amiga e acaba esbarrando em Connor, um paranormal fissurado pelo mundo normal e que parece ser o único que não cai de amores por ela.
Será que um romance surge aqui?

O livro  é narrado em 1ª pessoa e  alterna os pontos de vista de Addie e de Laila.
Com ajuda de Laila, Addie vai redescobrir tudo que poderia ter acontecido se tivesse escolhido um futuro diferente, conseguir suas memórias de volta, descobrir mais sobre o passado de seus pais, se meter em diversas especulações sobre o real poder do Complexo Paranormal, e tentar recuperar o amor de sua vida, que na verdade nem mesmo sabe quem ela é.
Para ser sincera achei a Laila com sua personalidade determinada, ousada, confiante, inteligente, auto-suficiente e sarcástica até mais carismática que a Addie.
‘’Fração de segundo’’ não decepcionou, é tão bom ou até melhor que ‘’Encruzilhada’’ o que surpreende uma vez que as sequências nem sempre conseguem alcançar o mesmo patamar dos primeiros livros. Ou os autores se perdem em situações nada a ver ou é mais do mesmo.
Aqui não sentimos essa divisão. Parece siiiiiiiim ser um único livro dividido em dua partes.
Foi bom reencontrar os personagens e constatar que amadureceram. A autora soube muito bem exprimir seus sentimentos e personalidades.
Também foi  bom conhecer o Connor, um fofo!
Um livro curto, mas com muitos detalhes essenciais que são alinhavados de forma simples e objetiva!
O enredo é criativo e de certa maneira inovador.
Kasie West fez um ótimo trabalho!
Uma das melhores duologias de fantasia que já li, história bem construída, romance envolvente e personagens interessantes.

Recomendado para os fãs do gênero e para os que querem uma leitura que além de prender a atenção é rápida.


Abraços Literários e até a próxima.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Rock Story- Último Capítulo

                                                                               


Chegou ao fim ontem Rock Story, a novela que falava sobre conflito de gerações onde um ídolo pop ameaçava a carreira de um veterano do rock.
A música serviu de pano de fundo para contar histórias de amor e superação na trama das 19h da Globo, que estreou em 09/11/2016.
Rafael Vitti interpretou o cantor pop Léo Régis que inspirado em artistas jovens de sucesso foi o pivô da separação de Gui Santiago (Vladimir Brichta), roqueiro que teve sucesso nos anos 1990 e tentava reerguer a carreira.
O ídolo adolescente teve um romance com a esposa de Gui, Diana (Alinne Moraes), diretora artística da Som Discos, que pertencia a seu pai, e ainda fez sucesso com uma música que foi roubada do roqueiro, chamada “Sonha Comigo”.
Como vingança contra Léo Régis, Gui Santiago cria uma boyband (a 4.4) com o filho Zac (Nicolas Prattes), Tom (João Vitor Silva), JF (Maicon Rodrigues) e Nicolau (Danilo Mesquita) filho de Haroldo (Paulo Betti) e Gilda (Suzy Rêgo) que descobre aos 20 anos que tem câncer.
A ideia do roqueiro surge quando Diana convence o pai (Herson Capri) a contratar Léo para salvar a gravadora, que está mal financeiramente. Nesse ínterim, Gui encontra o filho Zac que ele não via desde pequeno, percebe o talento do rapaz e tem a ideia de formar a banda para destruir a carreira de Léo.
A novela de Maria Helena Nascimento e direção de Dennis Carvalho teve uma reta final surpreendente e com emoção, uma armadilha de Alex (Caio Paduan) para Júlia (Nathalia Dill) a bailarina que virou fugitiva depois de ser enganada por ele quando namoravam, foi presa por tráfico e se envolveu com Gui quando fugiu da polícia.
Alex entrega a mocinha para o mafioso Salvatore (Simon Petracchi)  que pensa ser Lorena, irmã gêmea de Júlia, que morreu num assalto e que tinha um caderno com dados que o incriminavam.
Alex (o antagonista que formou um trio com os carismáticos “Romildo” Paulo Verlings e “William” Leandro Daniel, foi o vilão que sem recursos e sem escrúpulos executava atrocidades, mas sempre com muito humor) que foi morto por um capanga do mafioso teve o final compatível com toda a maldade que cometeu.
Gui e Júlia então viveram felizes e o casal teve as gêmeas Rita e Cássia.
Diana também teve um final feliz. A diretora artística terminou a história arrependida das maldades que fez e encontrou um novo amor numa viagem que fez à Califórnia para estudar.
O vilão Lázaro (João Vicente de Castro), um cara ambicioso, capaz de qualquer coisa para alcançar seus objetivos, foi punido por suas falcatruas e maldades, e encerrou a trama atrás das grades.
Não houve redenção, mas a punição para ele não foi a morte como para Lorena e Alex.
Os personagens humanizados e reais deram um toque especial para os dramas que foram retratados.
Destaque para Ana Beatriz Nogueira (Néia, mãe do Léo, uma ex-gari que ficou milionária com o sucesso do filho, morava com ele e controlava suas finanças) que conseguiu fazer uma mãe protetora e engraçada ao mesmo tempo. Uma personagem incômoda, e se incomodava é porque a interpretação estava muito boa!
Tramas diferentes, histórias interessantes, abordagem do universo musical e falar de paixão foram certeiros!
Os últimos capítulos registraram alta de audiência, fechando com média de 29 pontos e picos de 32,1.
A trama foi precisa em abordar uma temática musical, sem cair na mesmice.
Divertida ganhou fôlego com uma linguagem próxima das usadas em séries. “Rock Story” não foi uma novela de grandes segredos. Tudo foi sendo revelado ao longo da trama.
Foi uma novela bem amarrada, que falou do universo musical e diferentemente de outras produções que mostravam bandas, não se alongou, foi bem costurada e apresentou reviravoltas até o final.
Gostei muito e já estou com saudades!


Abraços Literários e até a próxima.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Encruzilhada (Pivot Point #1) - Kasie West

                                                                                 


Sinopse: A vida de Addison Coleman é um grande “e se…?”, graças à sua habilidade especial: Investigar Destinos.
Addie é capaz de prever duas possibilidades de seu futuro toda vez que precisa tomar uma decisão. Quando seus pais anunciam o divórcio, a garota deve escolher se vai morar com o pai entre os “normais” ou se prefere ficar com a mãe no “Complexo Paranormal”. Para ter certeza do que a espera, Addie resolve investigar. 
Em uma alternativa, ela conhece Trevor, um normal sensível com quem logo sente uma conexão.
Na outra, se envolve com Duke, o garoto mais popular da escola Paranormal.
E agora, em qual futuro Addison estará disposta a viver?

Nesse primeiro livro da duologia Addison faz parte de um Complexo Paranormal onde todos são mentalmente 100% evoluídos  e definidos por uma “habilidade” especifica que desenvolvem ao longo dos anos. 
Apesar de ser uma paranormal ela possui uma vida “normal”, está no penúltimo ano do colégio e tem como melhor amiga uma garota extrovertida chamada Laila, cuja habilidade é poder “apagar” a mente das pessoas. Após um dia na escola, ao chegar em casa Addie recebe uma notícia que seus pais vão se separar.
Agora, ela precisa fazer uso de sua habilidade de Investigação de Destinos para decidir qual caminho tomar...
Morar com seu pai e  conviver  com os humanos normais ou ficar com sua mãe e permanecer no complexo paranormal?
Ela começa sua investigação.
Na primeira opção, Addie vai morar com seu pai no mundo normal e lá conhece Trevor que faz Addison descobrir que talvez os normais não sejam tão estranhos afinal.
Na segunda opção, ela permanece no complexo morando com sua mãe e se aproxima de Duke do time de sua escola paranormal.

A história parece o velho clichê do triângulo amoroso, mas tem outras questões abordadas numa leitura fluída e  narrativa instigante!
A narração em 1ª  pessoa, feita por Addison, nos permite entender, de forma objetiva como funciona o seu poder e como cada investigação é feita.
Os capítulos se alternam entre “mundo normal” e “mundo paranormal”.
Os personagens até que são bem construídos e é interessante ver como Addie lida com as situações em cada “mundo”, já que elas acontecem em contextos diferentes. 
Os problemas são “reais” do tipo que acontecem no dia-a-dia, fazendo com que a identificação seja imediata.
E clarooooooo os pais de Addie  possuem as “piores” habilidades em sua opinião,  sua mãe tem a capacidade de “ persuasão”,  conseguindo com que  qualquer pessoa faça o que ela quer, e seu pai é um “detector de mentiras”, capaz de identificar quando uma pessoa não está falando a verdade :/ 
Quando o pai de Addie vai morar no mundo normal, ele passa a trabalhar no FBI investigando o caso de um traficante, que anda matando garotas dentro do complexo. Nos dois caminhos Addison acaba se envolvendo nessa história bem perigosa e sofrendo perdas terríveis.
Agora ela tem que escolher qual dos caminhos irá tomar ...
Ainda não sei se  eu  gostaria de ter a habilidade da Addie, depois de fazer a minha escolha eu não conseguiria conviver com as lembranças do “outro caminho”, ainda bem que no livro nossa protagonista tem Laila que para deletar essas lembranças.

E aí alguém gostaria de ter a habilidade da Addie? 



Abraços Literários e até a próxima.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Fragmentado-

                                                                                   


Um dos mais esperados filmes pelos amantes do suspense, Fragmentado, do diretor indiano M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido e Sinais) conta a história de Kevin (James McAvoy), um homem que sofre de transtorno dissociativo de identidade (TDI), ou seja, possui múltiplas personalidades.
O protagonista vivido pelo ator inglês James McAvoy (X-Men: Primeira Classe), mantém um tratamento com uma terapeuta que tenta fazer com que  as suas personalidades convivam em harmonia. Entre uma e outra sessão, uma das facetas de Kevin, seqüestra três garotas. Enquanto ele tenta manter o fato escondido da terapeuta e lidar com as garotas seqüestradas, dá sinais de uma terrível  nova personalidade que  está se formando.

A história é sobre um homem que desenvolveu 23 personalidades diferentes (e a habilidade de alterná-las quimicamente em seu organismo com a força do pensamento) a partir de um trauma de infância, entre elas as caracterizadas pela bondade e as caracterizados pela violência, como a do sequestrador  que rapta três adolescentes e as mantém em cativeiro.
É exatamente a agressividade de algumas das personalidades que fez com que o filme fosse criticado por especialistas em saúde mental em todo o mundo. Eles dizem que o longa mais erra do que acerta na maneira de retratar o distúrbio, tornando o protagonista distante do que seria, no mundo real, alguém com o transtorno, estigmatizando, portanto os portadores de transtornos mentais, vinculando-os a um comportamento violento e perigoso.
Por outro lado concordam que o filme é  uma obra ficcional, assim como O Médico e O Monstro,  dirigida ao entretenimento.

Voltando a narrativa, logo no começo, Kevin sequestra três adolescentes, mas uma das garotas não está no contexto que ele buscou, o que torna a historia mais interessante.
Digno de nota é o trabalho feito por Anya Taylor-Joy (A Bruxa), que interpreta a jovem Casey, uma das 3 garotas raptadas que diferente das outras duas tem uma história complexa e cujo passado é mostrado através de flashbacks.
Durante o decorrer da trama não sabemos qual personalidade vai aparecer na próxima cena,  nem qual será a reação de Kevin.
As personalidades vão ficando mais dissociadas e conseguimos reconhecer algumas, muito por conta das sessões que o protagonista tem com sua psiquiatra, Dra Karen Fletcher (Betty Buckley).

Uma pequena surpresa, na última cena remete a outro filme do cineasta, “Corpo Fechado” de 2000. O  diretor tem uma ideia objetiva com relação à cena, uma vez que está escrevendo uma sequência de Corpo Fechado, que tem estreia prevista para janeiro de 2019.
O final apresenta um twist (reviravolta no enredo) que promete deixar felizes aqueles que acompanharam seu trabalho, não chega a ser  algo para o qual temos pistas ao longo da película, mas talvez, em hipótese, possa mudar sua forma de encarar a história.

Recomendado para quem curte a adrenalina, atmosfera de suspense e gosta de ser surpreendido.

O trecho a seguir contém spoiler e o final do filme. 
Para as praguinhas e os pestinhas curiosos é só selecionar o texto.

A psiquiatra do Kevin crê que ele está desenvolvendo a 24ª personalidade, a mais perigosa e de força sobre-humana.
À medida que as garotas tentam fugir ele as separa e as confronta com suas múltiplas personalidades. Desconfiada, a doutora resolve ir até o subsolo do zoológico, onde o rapaz trabalha, mas ao descobrir a verdade, é sedada por ele.
Ao constituir sua 24ª personalidade mata a doutora e duas das garotas.
A terceira consegue acessar a personalidade original do rapaz - que quando criança sofreu com o comportamento violento da mãe - e tendo acesso a uma arma que ele guarda, atira contra ele.
Kevin está prestes a invadir a cela em que a garota se refugiou quando vê as marcas de auto-mutilação que ela tem no corpo e se familiariza com a situação, indo embora e desaparecendo.
A garota é encontrada por um funcionário do zoológico, que a resgata.
Os assassinatos tomam conta dos noticiários locais - que o chamam de "A Horda", e fazem e lembrar um mesmo caso do passado, cujo psicopata  - conhecido como o "Sr. Vidro" (Samuel Jackson em Corpo Fechado)- também escapou e cujo perseguidor Dunn (Bruce Willis) aparece na última cena, dando ideia de uma sequência futura.


Abraços Literários e até a próxima.



quinta-feira, 25 de maio de 2017

O navio das noivas-

                                                                                  


Sinopse: Austrália, 1946. Termina a Segunda Guerra Mundial e chega o momento de retomar a vida apostando novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito.
Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas.
Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.
Com personagens únicas e uma narrativa tocante, Jojo Moyes conta uma história inesquecível que captura perfeitamente o espírito romântico e de aventura desse período da História, destacando a bravura de inúmeras mulheres que arriscaram tudo em busca de um sonho.


Austrália, ano de 1946, final da Segunda Guerra Mundial e início da jornada de quatro esposas a bordo do navio Victoria tendo em comum apenas o objetivo de chegar à Inglaterra para enfim viverem com seus respectivos maridos.

Muitos anos depois, uma jovem e sua avó durante uma viagem à Índia conhecem um  cemitério de navios, e ao ver um porta-aviões chamado Victoria, a avó fica transtornada, ou seja nas primeiras páginas temos o primeiro mistério: Qual das quatro esposas é a avó ou será que ela é realmente uma delas?

A primeira parte do livro é uma imersão da autora conduzindo o leitor a bordo do navio Victoria, apresentando os personagens, mostrando os detalhes e descrevendo a trajetória desses jovens que se casam e precisam ir para a guerra, voltando meses depois, isso se voltassem, sem nem ao menos terem tido a oportunidade de conviverem ou mesmo conhecerem melhor suas esposas.
Em uma viagem nada confortável em um porta-aviões, acompanhamos durante seis semanas, a trajetória de quatro mulheres tão diferentes entre si quanto poderiam ser aparentemente iguais seus destinos, em meio a 1000 marinheiros, numa espécie de reality passado na década de 40.
A cativante Margaret, a misteriosa Frances, a mimada Avice e  a esfuziante Jean em busca de seus maridos e passando por inusitadas situações e tendo suas histórias tomando rumos nunca imaginados em reviravoltas dignas dos romances tradicionais.
Quatro histórias distintas e interligadas, cada uma com seu próprio romance e em cada capítulo conhecemos um pouco da jornada de cada uma delas.
Jojo constrói o enredo trazendo inclusive  trechos dos diários das esposas que deram o tempero ideal pelo fato de não haver somente finais felizes.
A autora tem um dom de criar situações e personagens verossímeis e ambientes que saltam das páginas para nossa imaginação nos envolvendo rapidamente onde tudo acontece em meio a sentimentos conflitantes e quando o livro acaba sentimos saudades dos personagens aos quais nos apegamos.
No decorrer da narrativa vamos conhecendo cada uma delas, descobrindo seus sonhos e soluções para cada situação em que  se envolvem durante a viagem.
Também conhecemos alguns personagens masculinos, entre eles o comandante que assim como Frances tem um segredo e Nicol um fuzileiro que faz guarda na frente da porta do quarto das nossas protagonistas, as ajudando a encobrir suas infrações e  que devido a seu longo período no mar percebe que sua própria família está em risco.
O que percebemos durante a leitura é a destruição em vários níveis que a guerra traz.
Mesmo além das mortes. 
As pessoas que ficam tem que  reconstruir suas vidas de alguma forma, mas como (sobre)viver depois de uma experiência dessas?
Como recomeçar e o que fazer quando a guerra acaba?
As mulheres criadas pela Jojo mostram um lado da resposta dessas perguntas, abandonam tudo o que lhes é familiar para irem a outro país, tendo apenas uma tênue ligação com homens que apesar de serem seus maridos não chegaram a  conhecê-los de fato.
Prepare-se para mergulhar na História e se encantar por sonhos de amor que podem ou não se concretizar, já que há reviravoltas no final do livritcho rsrsrs
O que vc faria se o amor de sua vida estivesse a um oceano de distância?

O livro é inspirado além de histórias reais de pesquisas da autora também na história de amor de sua avó que foi uma noiva australiana.

 Para quem é JojoLover, para quem gosta de romances tradicionais e para quem quer uma leitura despretensiosa.

Abraços Literários e até a próxima.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Uma Longa Jornada para Casa-

                                                                                 
  
Assim como muitos saíram emocionados dos cinemas ao assistir “Lion” que conta a história, comovente na medida exata é difícil ler o livro que inspirou o filme, “Uma longa jornada para casa”, sem se impressionar com a saga do indiano Saroo Brierley.
No relato autobiográfico, ele conta sua trajetória, um garotinho pobre de cinco anos,   que ajuda a família em um vilarejo na Índia e que um dia, ao se perder do irmão mais velho, não consegue mais voltar para casa e precisa sobreviver sozinho em uma metrópole, chegou a morar nas ruas antes de ir para um orfanato e ser adotado por um casal australiano.
Durante a vida de oportunidades na Austrália, Saroo nunca se esqueceu de quando dividia uma casa de um cômodo com a mãe e os irmãos.
É impressionante a memória que tem de quando atravessou a Índia, chegando a Calcutá. Não que deva ser fácil esquecer-se do que passou nas ruas, criança, analfabeto, sem saber o próprio sobrenome nem o endereço de casa.
Foi justamente o sofrimento, visto de perto, que fez a mãe australiana de Saroo escolher sua missão no mundo: adotar órfãos de países necessitados.
Saroo é profundamente grato e ama os pais adotivos, que o criaram com amor e carinho e o enchem de orgulho e admiração. Mas a investigação que fez para descobrir o paradeiro da família biológica, desafiando os limites da memória, é o que torna sua história universal.

                                                                               


A adaptação cinematográfica que teve direção de Garth Dennis, contou com Sunny Pawar, interpretando Saroo garotinho e Dev Patel, já adulto.
Na busca por um sentido para sua existência, ele acabou encontrando mais do que a própria identidade.
Um sentimento capaz de unir suas duas famílias e que surge onde existe amor: esperança!
Um livro que traz a reflexão da importância de valorizar a família e emociona ao propor a busca de uma essência humana baseada no amor.


Abraços Literários e até a próxima.



quarta-feira, 17 de maio de 2017

La La Land- Cantando Estações

                                                                                  


Vencedor de seis estatuetas no Oscar desse ano (atriz, diretor, canção original, trilha sonora, design de produção e fotografia), La La Land – Cantando Estações, chegou inclusive a ser anunciado como o melhor filme na cerimônia de premiação, em um dos momentos mais constrangedores da história do cinema, já que o vencedor da categoria foi Moonlight – Sob a Luz do Luar.
O musical conta a história de Mia (Emma Stone), uma barista aspirante a atriz que busca fama em Los Angeles, “a cidade das estrelas”, e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista que sonha com que as pessoas tenham pelo jazz  a mesma paixão arrebatadora do passado.
Quando eles se encontram suas vidas ganham mais poesia e brilho, no entanto, no momento em que decidem sair em busca dos seus sonhos, o romance dá espaço aos dramas da vida real.
Que dizer desse filme?
Como já disse anteriormente eu tenho uma “coisa” com livros/filmes “modinha”, só leio/assisto depois que todo mundo já o fez, porque parece que as pessoas estão em um ringue de luta livre, de um lado os que amaram e do outro, os que odiaram (e não necessariamente respeitando as opiniões contrárias).
Teve gente até que saiu da sala nos primeiros 15 minutos dizendo que o filme era monótono.
Eu, particularmente, não sou fã de musicais, então no comecinho senti siiiiim dificuldade em me concentrar .
Mas, por volta dos 27 minutos, La La Land mostra a que veio.
Não é tipo Os Miseráveis, está mais para Moulin Rouge – Amor em Vermelho e é aí que a coisa muda de figura!
Na primeira cena, onde Mia e Sebastian se encontram pela primeira vez, temos algo "parecido" com um Flash Mob em um congestionamento, deixando entrever a narrativa de visual colorido e direção diferenciada.
Não são poucos os momentos em que La La Land lembra os filmes antigos.
No letreiro usado para apresentar as estações, nas roupas das dançarinas, na forma como se iniciam/encerram as cenas, nas músicas (com destaque ao jazz, tema do roteiro), na linda fotografia, na iluminação (sempre que um personagem está em destaque cantando, dançando ou tocando um instrumento, tudo ao redor fica escuro).
 La La Land usou itens clássicos! O diretor faz uma homenagem a antigos sucessos do cinema num “diálogo silencioso” que conversa com seus anteriores, como quando Sebastian conversa com os músicos antigos de quem ele tanto gosta, o corte das roupas de Mia que lembram talvez Audrey Hepburn, o nostálgico cenário e figurino, que remetem a célebres sucessos que vão de Ingrid Bergman a Marilyn Monroe, de Juventude transviada a Cantando na chuva e as coreografias de sapateado.
Também tem o momento em que eles “dançam nas estrelas” – uma referência a Moulin Rouge, quando Seb dá um giro num poste – Dançando na Chuva, e quando Mia e as amigas se vestem –  Grease.
Gostei do romance entre Mia e Sebastian e  como ele foi desenvolvido. O diretor conseguiu captar os sentimentos de cada momento vivido pelos personagens de Gosling e Stone.
La La Land – Cantando Estações  surpreendeu.
É um bom filme. Não é à toa que foi tão elogiado pela crítica,  que levou 7 Globos de Ouro (batendo recorde de filme com mais Globos de Ouro) e teve 14  indicações ao Oscar sendo o filme que mais angariou estatuetas (6) em 2017.
Se o enredo parece raso é porque é necessário ler nas entrelinhas para perceber o que há de complexo no roteiro.
Não se trata só de uma história de amor. Mais que isso, se trata de uma “história” –  que fala sobre a colisão entre o que você espera da sua vida profissional e o que você espera da sua vida pessoal, e como é possível (se é que é) por em concordância esses aspectos. Através da conexão entre os dois personagens centrais e as  mudanças das estações, percebemos pouco a pouco  o tamanho e o  peso de nossas escolhas.
Com um final que expõe um futuro imaginário em meio a  possibilidades, La La Land mostra que é possível resgatar a essência dos musicais Hollywoodianos, mesmo sem reinventar o gênero, por meio de referências e estruturação de elementos técnicos.

La La Land – Cantando Estações não é uma obra-prima, no entanto, é uma obra repleta de sensações e de sentimentos grandiosos.
Apaixonado, mas bastante contido, e  envolto em melancolia em seus momentos finais, mas seus prazeres são tantos e tão convincentes que você sairá do cinema exaltando o cinema e o jazz.
Mais do que um musical, um filme sobre música, e mais do que um filme sobre sonhos, promove a reflexão sobre nossas escolhas.
Vale siiiiiim muito a pena conferir!

Abraços Literários e até a próxima.



domingo, 14 de maio de 2017

Feliz Dia das Mães-


Parabéns a todas as mamães, e quando digo mães, não me refiro apenas à condição biológica de gerar e trazer um ser humano ao mundo, mas, sobretudo à capacidade de amar concebida em seus corações.


Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos
momentos incertos.
Nos fortalece quando tudo ao
nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses
para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar e mais amar!
Amar com um amor incondicional.
Afeto desmedido e incontido.
Mãe é um ser infinito.


Feliz Dia das Mães!!!!!


Abraços Literários, beijos poéticos e até a próxima.



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Manchester à Beira-Mar

                                                                                


Manchester À Beira-Mar (Oscar de Melhor Roteiro Original 2017), a princípio, parece um filme com uma história igual a tantas outras.
Entretanto, em pouco tempo vemos as camadas que  realizam um mergulho em cada personagem da trama,  proporcionando um estudo do ser e de sua maior angústia, a morte.
Casey Affleck (Oscar de Melhor Ator 2017) é o protagonista Lee Chandler, um zelador que volta para sua cidade devido a morte de seu irmão e acaba tendo que tomar conta de seu sobrinho Patrick.
Até aí, uma história parecida com tantas outras; a questão é que aqui o diretor Kenneth Lonergan conduz a narrativa, sem melodrama, através do comportamento humano ao lidar com a morte, ou se preferirem, com a vida, através de diálogos realistas, que logo causam identificação com os elementos do filme.
Lee é um personagem que de cara causa empatia, e essa empatia vêm justamente da semelhança que o personagem tem com nosso comportamento ao lidar com situações difíceis.
Em uma atuação digna, e brilhante, Casey nos mostra que a fuga para a própria não comunicação pode ser a melhor solução por algum tempo, quando não se sabe o que fazer com uma dor que não cessa nem como seguir a vida após um trauma sem possibilidade de assimilação, nem aceitação ou superação.
E como alguém que não sabe lidar com a morte pode criar um adolescente?
É isso que descobrimos ao longo do filme, através de diálogos inteligentes e sensíveis, permeados por vontades diferentes já que ambos lidam de modo distinto com a dor.
Não é por acaso que o diretor mantém de maneira sofisticada e surpreendente os sentimentos em suspense, congelados, ambientados num clima marítimo e gélido relacionando à frieza emocional do nosso protagonista, que por sua vez interpreta magistralmente, de modo contido, um homem com intenso drama pessoal.
Isso tudo  numa cultura que super valoriza a dinâmica, o alívio do drama e os finais felizes.
Um filme, que traz um grau abissal de profundidade de forma suave e nos mostra o peso que se enfrenta ao lidar com traumas através de atuações incríveis, administrando as idas e vindas no tempo optando pela contenção numa estrutura espiral até chegar ao centro da “gravidade”.
E ainda nos presenteia com uma edição e montagem que é  perfeita, de uma maneira que não estamos acostumados a ver nas telonas, de tirar o fôlego.
Ameeeeeeei o flashback e olha que nunca me imaginei dizendo isso!
Sem nenhuma concessão “comercial” é um filme para adultos, um desses filmes raros que encantam pela simplicidade e empatia permanecendo conosco por um bom tempo depois dos créditos finais.


Abraços Literários e até a próxima.



domingo, 7 de maio de 2017

Maio Amarelo Literário-

                                                                                   


O Movimento Maio Amarelo tem como proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.
O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

O bloguito traz uma seleção com alguns livros de capas amarelas para compartilhar com vcs


Uma pagina de cada vez

Pense em alguma coisa que deixa você inseguro, escreva o que é em letras enormes e use o espaço todo! Olhe bem para o que você escreveu. Agora vire a página.
O livro do autor Adam J. Kurtz usa provocações divertidas como esta para fazer o leitor refletir sobre sua vida ao mesmo tempo em que testa a própria criatividade. Como o título diz cada página traz uma brincadeira diferente. Pode ser uma pergunta, uma sugestão de desenho ou um pedido para que você crie uma lista de músicas, uma lista dos seus livros favoritos ou das melhores fatias de pizza que comeu na vida.
Uma maneira espirituosa e lúdica de buscar o autoconhecimento.


 
Tem alguém aí?

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples...
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida... para sempre.


Alice

Quando decidiu seguir um coelho que estava muito atrasado, Alice caiu em um enorme buraco. Só mais tarde descobriu que aquele era o caminho para o País das Maravilhas, um lugar povoado por criaturas que misturam características humanas e fantásticas, como o Gato, o Chapeleiro e a Rainha de Copas - e que lhe apresentam diversos enigmas...
Alice no País das Maravilhas é um clássico da literatura infanto-juvenil do autor Lewis Carroll conhecido e adorado tanto entre as crianças quanto entre os adultos.


Diário de uma garota nada popular

Nikki, de 14 anos, ganhou uma bolsa de estudos para uma escola particular de prestígio. Sua angústia ao lidar com as meninas malvadas do colégio, a relação com seus pais, sua paixão pelo bonitão da escola e as novas amizades que faz são assuntos registrados em seu diário, ao lado de inúmeros desenhos que ela mesma faz de sua vida.
Direcionado principalmente para meninas adolescentes pode ser considerado
uma versão feminina de Diário de um banana.


 As Aventuras de Pi

Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller.
O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena.
A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial.



A evolução de Calpúrnia Tate

Calpúrnia Tate tem 11 anos em 1899, quando pergunta o porquê de os gafanhotos amarelos em seu quintal serem tão maiores do que os verdes... Com uma pequena ajuda de seu notoriamente mal-humorado avô, um ávido naturalista, ela descobre que os gafanhotos verdes são mais fáceis de ser vistos contra a grama amarela e, por isso, são mortos antes que possam ficar maiores. Por gostar de explorar a natureza ao seu redor ela acaba criando um relacionamento próximo com seu avô enquanto enfrenta os desafios de viver com seis irmãos e se depara com as dificuldades de ser uma garota na virada do século.
Em seu livro de estreia, Jacqueline Kelly habilmente traz Callie e sua família para a vida, capturando o crescimento de uma jovem com sensibilidade e humor.



 
Memorial do Convento

José Saramago constrói sua narrativa a partir de fatos históricos, como a construção do convento em Mafra, mas também apresenta a fragilidade, a humanidade e o excêntrico em seus personagens ao apresentá-los tão humanos, tão diferentes do tipo “heroi”, distanciando-se do mito histórico, da família real e da igreja “perfeitas”.
Em contrapartida, ao apresentar os componentes mágicos o autor se distancia da realidade, mas aproxima-nos da alma humana.


  

If You Give a Cat a Cupcake

O adorável gatinho que apareceu pela primeira vez em If You Give a Pig a Party agora tem seu próprio livro na série!


Eu sou apaixonada pelas capas de Alice, Calpúrnia Tate, As Aventuras de Pi e esse gatíneo que é muito fofuroso né non???????
E vcs fofis?
Qual livro de capa amarela vcs leram, acharam muito cute ou recomendam?


Abraços Literários e até a próxima.